Voos comerciais poderão operar em aeroportos privados para aliviar gargalos
Governo prevê ampliar o uso de terminais privados em estados com infraestrutura aeroportuária saturada, como São Paulo

A saturação da infraestrutura aeroportuária em São Paulo deverá ser enfrentada com a ampliação do uso de aeroportos privados para voos comerciais, segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca.
Durante o lançamento do PNL 2050 (Plano Nacional de Logística) , nesta quarta-feira (12), o ministro afirmou que a concentração de passageiros pressiona aeroportos como Congonhas, Guarulhos, Viracopos e Campo de Marte e que o novo plano dá encaminhamento "permitindo voos comerciais em aeroportos privados em estados que estão engargalados”.
Embora a proposta não se limite a São Paulo, no plano logístico essa foi a única região a identificar esses gargalos.

Porém, de acordo com o plano, a possibilidade de utilização de aeroportos privados para operações comerciais poderá ser considerada em outros estados que apresentem gargalos de capacidade no futuro.
A medida, ainda em construção, busca aproveitar estruturas já existentes e ampliar a oferta de infraestrutura para atender ao crescimento da demanda.
O documento também aponta um problema de acesso à infraestrutura aeroportuária no país. Em média, os municípios brasileiros estão a 329 quilômetros de aeródromos de maior porte, segundo o PNL 2050. A distância reforça, na avaliação do governo, a necessidade de ampliar a rede e melhorar a distribuição territorial da infraestrutura aérea.
Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/infra/voos-comerciais-poderao-operar-em-aeroportos-privados-para-aliviar-gargalos/.

Airbus A319 da LATAM no Aeroporto de Congonhas, na capital paulista • Nacho Doce/Reuters · • Nacho Doce/Reuters — Foto: CNN Brasil
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