Viagens de 12 horas por consulta, falta de remédio e esgoto em casa: os desafios da saúde para o próximo governador de MG
Falta de estrutura afeta moradores de Minas Viajar por mais de 12 horas, entre ida e volta, para uma única consulta médica. Ficar meses sem um remédio de alto custo que deveria ser fornecido pelo estado. Conviver com o esgoto correndo sob o quarto dos filhos e o risco de doenças. Essas são realidades que expõem as profundas desigualdades e os desafios na área da saúde em Minas Gerais. Em um estado com dimensões continentais, o acesso a serviços de média e alta complexidade, a medicamentos e ao saneamento básico ainda não é universal, o que sobrecarrega a capital e deixa milhares de mineiros em
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"A literatura aponta diversos danos ao meio ambiente em relação à atividade mineradora. Isso causa de fato um aumento da poluição ambiental, muitas vezes também uma contaminação do solo, do lençol freático, e isso certamente também causa danos à saúde humana. [...] A atividade mineradora é uma atividade lícita, que agrega recursos para o estado, para a população, mas é papel do estado fiscalizar, regular, punir quando necessário, estabelecer limites e proteger os seus cidadãos", afirmou a pesquisadora e professora da Escola de Enfermagem da UFMG Deborah Malta.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/eleicoes/2026/noticia/2026/09/22/viagens-de-12-horas-por-consulta-falta-de-remedio-e-esgoto-em-casa-os-desafios-da-saude-para-o-proximo-governador-de-mg.ghtml.
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