Uso de medicamentos contra obesidade por conta própria e de origem duvidosa é problema crescente de saúde pública
Tirzepatida do Paraguai proibida no Brasil vira alvo de disputa judicial O uso de medicações para obesidade compradas pela internet ou importadas com procedência duvidosa e aplicadas por conta própria virou um problema de saúde pública. O alerta não é sobre uma determinada faixa etária. Vale para o adulto que quer perder quatro quilos antes de uma festa; para o adolescente com questões inerentes à idade e, no extremo mais grave, para a criança obesa que recebe uma injeção sem nenhuma indicação. O que une esses casos não é idade nem necessidade: é a ausência do que é necessário em qualquer trat
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Por isso insisto no que considero a mensagem principal, válida para qualquer idade: esses medicamentos não são solução estética nem atalho de emagrecimento rápido. Eles tratam uma doença. Usada sem um plano de tratamento que se sustente, a medicação tende a decepcionar e a expor a pessoa a efeitos adversos sem o benefício correspondente. E, como qualquer tratamento de qualquer outra doença, esses medicamentos dependem de diagnóstico, prescrição, produto com procedência e acompanhamento médico. Retirar qualquer um desses quatro elementos transforma um tratamento eficaz em risco desnecessário.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/09/03/uso-de-medicamentos-contra-obesidade-por-conta-propria-e-de-origem-duvidosa-e-problema-crescente-de-saude-publica.ghtml.
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