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    UNIFEB usa ciência para potencializar talentos do futebol de base em Barretos

    UNIFEB usa ciência para potencializar talentos do futebol de base em Barretos Crédito: Divulgação Unifeb O futebol de base de Barretos está ganhando um novo aliado: a ciência. Jovens atletas das categorias Sub-11, Sub-12, Sub-13 e Sub-14 estão participando de uma pesquisa de iniciação científica desenvolvida pelo UNIFEB (Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos), que utiliza avaliações físicas, de aptidão física e motoras para conhecer, de maneira individualizada, as características e potencialidades de cada jogador. A iniciativa reúne três projetos de iniciação científica dese

    G1
    11 de setembro de 2026 às 20:38
    UNIFEB usa ciência para potencializar talentos do futebol de base em Barretos
    Foto: G1

    UNIFEB usa ciência para potencializar talentos do futebol de base em Barretos — Foto: Crédito: Divulgação Unifeb

    O futebol de base de Barretos está ganhando um novo aliado: a ciência. Jovens atletas das categorias Sub-11, Sub-12, Sub-13 e Sub-14 estão participando de uma pesquisa de iniciação científica desenvolvida pelo UNIFEB (Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos), que utiliza avaliações físicas, de aptidão física e motoras para conhecer, de maneira individualizada, as características e potencialidades de cada jogador.

    A iniciativa reúne três projetos de iniciação científica desenvolvidos de forma integrada, sob a coordenação do Prof. Dr. Tadeu Cardoso de Almeida, coordenador do curso de Educação Física do UNIFEB. Participam como alunos pesquisadores Gabriel Caramori, Gabriel de Almeida e Rafael Saloio, com colaboração da Profa. Cintia Rodrigues. A comissão técnica conta ainda com a experiência do Professor Lucas (Vô), responsável pela condução dos atletas em campo.

    A proposta é aproximar o conhecimento produzido dentro do Centro Universitário da realidade esportiva, utilizando dados científicos para auxiliar na formação dos jovens e no planejamento das atividades realizadas pelas categorias de base.

    Segundo Tadeu, o principal diferencial da iniciativa está justamente em considerar as particularidades de cada atleta.

    “A proposta central é enxergar cada atleta de forma estritamente individualizada. São três projetos complementares — Avaliação Física, Aptidão Física e Avaliação Motora — que atuam de forma integrada e harmônica para construir um retrato detalhado e abrangente de cada jogador”, explica.

    De acordo com o professor, o objetivo é avaliar e classificar os atletas a partir de seus próprios resultados, contribuindo para a organização dos treinamentos e para a potencialização da performance individual e coletiva.

    “O projeto substitui o achismo por critérios técnicos rigorosos, assegurando que cada decisão metodológica nasça fundamentada em dados concretos”, destaca.

    Para chegar a esse diagnóstico, os jovens passam por uma série de avaliações. Na etapa de Avaliação Física, são analisados parâmetros antropométricos e de composição corporal, como peso, estatura, percentual de gordura, percentual de massa muscular e percentual de peso residual.

    Já os testes de Aptidão Física verificam diferentes capacidades relacionadas às exigências do futebol, incluindo flexibilidade, força e potência de membros superiores e inferiores, agilidade, velocidade e capacidade cardiorrespiratória de resistência.

    A terceira frente envolve a Avaliação Motora, realizada por meio de protocolos validados que permitem analisar habilidades motoras fundamentais e especializadas relacionadas à modalidade.

    Com as informações obtidas nas avaliações, a comissão técnica passa a contar com indicadores capazes de auxiliar no planejamento das atividades. Para Tadeu, os resultados funcionam como

    “uma verdadeira bússola pedagógica e técnica para a comissão técnica”.

    “A partir do diagnóstico individual, a equipe multidisciplinar identifica com exatidão as fragilidades e potencialidades em termos de habilidade técnica e valências físicas. Essa clareza permite que o planejamento de cada temporada seja estruturado com intervenções personalizadas, tanto nos blocos de condicionamento físico geral quanto nos treinamentos táticos e específicos da modalidade”, explica.

    A expectativa é que esse acompanhamento contribua para a formação de atletas mais preparados para as exigências competitivas. Para o coordenador do curso de Educação Física do UNIFEB, iniciar esse acompanhamento ainda nas categorias de base é fundamental para compreender o desenvolvimento dos atletas ao longo do processo de formação.

    Além dos benefícios para os atletas, a iniciativa também amplia a experiência dos estudantes envolvidos na iniciação científica. Ao participar diretamente das avaliações e da análise dos resultados, os acadêmicos têm a oportunidade de aplicar conhecimentos adquiridos durante a graduação em uma situação concreta do esporte.

    “O desdobramento da pesquisa gera um ciclo virtuoso que impacta positivamente todas as partes envolvidas. Docentes e pesquisadores aprofundam o entendimento sobre o perfil dos jovens que representam a cidade, diagnosticando capacidades e demandas técnicas para estruturar elencos mais competitivos”, explica o professor Tadeu.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/especial-publicitario/unifeb-vestibular-unifeb-barretos/noticia/2026/09/11/unifeb-usa-ciencia-para-potencializar-talentos-do-futebol-de-base-em-barretos.ghtml.

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