Um ano após crise do metanol, investigação revela cadeia de falsificação e vítimas convivem com sequelas
Um ano após crise do metanol, investigações avançam, mas ainda há mortes no país por intoxicação Um ano depois da onda de intoxicações por metanol associadas a bebidas adulteradas em São Paulo, a polícia afirma ter identificado os principais envolvidos na cadeia de falsificação que provocou mortes e deixou vítimas com sequelas permanentes. Enquanto as investigações avançam, sobreviventes ainda enfrentam as consequências da contaminação e cobram punição aos responsáveis. Veja a reportagem completa no vídeo acima. 'Não enxergo mais nada' Entre os casos que marcaram o início da crise está o da de
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Entre os casos que marcaram o início da crise está o da designer de interiores Radharani Domingos. Ela participou do aniversário de uma amiga em um bar da Zona Oeste de São Paulo e consumiu três caipirinhas. No dia seguinte, entrou em coma. Quando foi entrevistada pelo Fantástico durante a internação, relatou ter perdido a visão. Um ano depois, convive com sequelas permanentes. Segundo ela, restaram apenas cerca de 3% da capacidade visual.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/09/13/um-ano-apos-crise-do-metanol-investigacao-revela-cadeia-de-falsificacao-e-vitimas-convivem-com-sequelas.ghtml.
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