Ultramaratonista de Taubaté identifica primeiros desafios para correr 7.200 km e cruzar o país
O ultramaratonista Henrique Lobo, de 59 anos, já identificou os primeiros desafios a serem superados para atravessar o Brasil correndo em 2027. No próximo ano, o atleta de Taubaté (SP) pretende correr cerca de 7.200 quilômetros entre Oiapoque (AP) e Chuí (RS). Para isso, iniciou no último dia 19 o mapeamento do percurso e encontrou, desde então, duas barreiras a serem superadas. Uma está relacionado à estrutura de acampamento em uma área despovoada no Amapá. Henrique e a equipe precisarão encontrar uma solução para ter condições adequadas de descanso e segurança para a travessia. Henrique Lobo
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O ultramaratonista Henrique Lobo, de 59 anos, já identificou os primeiros desafios a serem superados para atravessar o Brasil correndo em 2027. No próximo ano, o atleta de Taubaté (SP) pretende correr cerca de 7.200 quilômetros entre Oiapoque (AP) e Chuí (RS) . Para isso, iniciou no último dia 19 o mapeamento do percurso e encontrou, desde então, duas barreiras a serem superadas.
Uma está relacionado à estrutura de acampamento em uma área despovoada no Amapá. Henrique e a equipe precisarão encontrar uma solução para ter condições adequadas de descanso e segurança para a travessia.
Henrique Lobo durante expedição para conhecer percurso da Travessia dos Extremos — Foto: Arquivo pessoal/Henrique Lobo
Outro desafio envolve os deslocamentos por balsa, que podem obrigar Henrique a permanecer por aproximadamente 24 horas sem correr. Para um atleta que pretende manter uma média próxima de 60 quilômetros diários durante a travessia, períodos prolongados de interrupção representam uma questão logística e física que precisa ser estudada antecipadamente.
A identificação antecipada desses obstáculos é justamente uma das razões para a realização do reconhecimento. A equipe pretende registrar pontos de apoio, alternativas de rota, locais de descanso e situações que possam comprometer o ritmo da travessia.
– Cada quilômetro que estamos percorrendo agora tem um propósito. Não estamos simplesmente viajando de Oiapoque para o Sul. Estamos tentando entender como será correr esse Brasil inteiro no ano que vem – afirmou Henrique.
Entre os dias 24 e 30 de agosto, a equipe percorrerá cidades localizadas nos estados do Maranhão, Piauí e Tocantins.
Enquanto a equipe avança pelo país de carro, Henrique mantém uma rotina de treinamento nas próprias estradas e, quando possível, em academias. Até a última segunda-feira, foram 98 quilômetros de corrida.
A atividade física tem uma dupla função: manter a preparação para a Travessia dos Extremos e permitir que o atleta experimente diferentes condições de terreno e clima ao longo da rota.
A previsão inicial é que Henrique acumule cerca de 450 quilômetros de corrida durante os 30 dias da expedição.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2026/08/25/ultramaratonista-de-taubate-identifica-primeiros-desafios-para-correr-cerca-de-7200-km-e-cruzar-o-pais.ghtml.
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