UEFA deve abandonar boicote a torneios da Fifa, dizem fontes
Entidade europeia recebeu garantias de que plano de venda de participação em torneios não será retomado

A UEFA deve abandonar a ameaça de boicotar competições da Fifa após receber garantias de que os planos para vender participações nos direitos comerciais da Copa do Mundo e de outros grandes torneios não serão retomados. A informação foi divulgada por fontes envolvidas nas negociações à Reuters nesta quarta-feira (26).
A decisão ocorre após a Fifa retirar, em julho, uma proposta que provocou forte reação entre as 55 associações-membro da UEFA. As entidades haviam concordado em boicotar competições organizadas pela Fifa depois que detalhes do projeto vieram a público.
Dirigentes da UEFA devem comunicar nesta quinta-feira (27), durante reunião em Mônaco, ao comitê executivo da entidade e aos presidentes da maioria das associações nacionais que as condições para suspender o boicote foram cumpridas.

A UEFA havia exigido dois pontos: a retirada da proposta e garantias de que iniciativas semelhantes não seriam apresentadas novamente.
“Não é uma derrota da UEFA, mas a realidade de evitar prejudicar jovens jogadores e uma oportunidade única na vida. As ações e a insistência por mudanças continuarão”, disse uma fonte familiarizada com as negociações à Reuters.
Apesar da possível suspensão do boicote, a UEFA deve manter a pressão contra o presidente da Fifa, Gianni Infantino , por causa do projeto de venda de participação nos direitos comerciais. O tema deve ser discutido na reunião de Mônaco.

A crise ocorre às vésperas da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da Fifa, que será disputada na Polônia a partir de 5 de setembro.
Gianni Infantino desafia Concacaf e rebate críticos em meio à crise na Fifa





Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/uefa-deve-abandonar-boicote-a-torneios-da-fifa-dizem-fontes/.

Gianni Infantino, presidente da Fifa • Reprodução · • Reprodução — Foto: CNN Brasil
Compartilhe
Espalhe essa notícia

