Política

    Turquia proíbe redes sociais para menores de 15 anos

    Regra começa a valer em 1º de novembro e obriga plataformas a adotar mecanismos de verificação de idade

    Poder360
    10 de outubro de 2026 às 19:55
    Turquia proíbe redes sociais para menores de 15 anos
    Foto: Poder360

    Regra começa a valer em 1º de novembro e obriga plataformas a adotar mecanismos de verificação de idade

    A Turquia proibirá o acesso de menores de 15 anos às redes sociais a partir de 1º de novembro. A medida foi publicada neste sábado (10.out.2026) no Diário Oficial do país, depois de uma lei sobre o tema ter sido aprovada em abril.

    A nova legislação determina que as plataformas adotem mecanismos técnicos e administrativos para impedir o acesso desse público, incluindo ferramentas de verificação de idade. O texto também proíbe a oferta de serviços considerados capazes de provocar dependência em crianças.

    Entre as preocupações estão o uso excessivo de telas, os prejuízos ao sono, o assédio on-line e o desenvolvimento de transtornos alimentares
    Entre as preocupações estão o uso excessivo de telas, os prejuízos ao sono, o assédio on-line e o desenvolvimento de transtornos alimentares — Foto: Poder360 · Fonte: Poder360

    A iniciativa faz parte de um movimento internacional de restrição ao uso de redes sociais por crianças e adolescentes.

    A Turquia se junta a países como Austrália, Grécia e França, que adotaram restrições ao uso de redes sociais por menores. Itália, Áustria, Bélgica e Noruega também discutem regras para limitar o acesso de crianças e adolescentes às plataformas.

    Entre as preocupações estão o uso excessivo de telas, os prejuízos ao sono, o assédio on-line e o desenvolvimento de transtornos alimentares.

    Adolescente usando celular
    Adolescente usando celular — Foto: Poder360 · Fonte: Poder360

    Publicado originalmente por Poder360. Leia a matéria completa em https://www.poder360.com.br/poder-internacional/turquia-proibe-redes-sociais-para-menores-de-15-anos/.

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    Entre as preocupações estão o uso excessivo de telas, os prejuízos ao sono, o assédio on-line e o desenvolvimento de transtornos alimentares — Foto: Poder360

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