TSE nega pedidos de 2 grupos internacionais para observar eleições
Entidades sediadas na Argentina e na Espanha ficaram fora das missões; Tribunal confirma 7 organizações para acompanhar o pleito

Entidades sediadas na Argentina e na Espanha ficaram fora das missões; Tribunal confirma 7 organizações para acompanhar o pleito
O Tribunal Superior Eleitoral negou pedidos de duas entidades para acompanhar as eleições brasileiras de 2026 como missões internacionais de observação. As solicitações foram apresentadas pela Transparencia Electoral, sediada na Argentina, e pelo Eurolat Global Democracy Forum, da Espanha, segundo reportagem do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles , publicada neste sábado (26.set.2026).
Segundo fontes da Justiça Eleitoral ouvidas pelo site, o TSE exige que as missões estejam vinculadas a instituições reconhecidas, como universidades e centros de pesquisa. O Eurolat Global Democracy Forum teve a solicitação negada depois da análise dos critérios institucionais adotados pelo Tribunal.

A Transparencia Electoral também teve o pedido negado. A organização divulgou a decisão em setembro e contestou os critérios adotados pelo TSE. A entidade afirma ter experiência na área e cita a participação na observação das eleições brasileiras de 2022.
As missões de observação eleitoral são regulamentadas pela Resolução TSE 23.678 de 2021 . Os integrantes credenciados podem acompanhar etapas como a preparação das urnas, a votação e a apuração, sem interferir no trabalho da Justiça Eleitoral.
O TSE lista 7 organizações que enviarão observadores para as eleições de 2026:
A RMJE (Rede Mundial de Justiça Eleitoral) também participará do período eleitoral, mas por meio do Programa de Convidados Internacionais, modalidade distinta das missões listadas pelo TSE.
Publicado originalmente por Poder360. Leia a matéria completa em https://www.poder360.com.br/poder-eleicoes-2026/tse-nega-pedidos-de-2-grupos-internacionais-para-observar-eleicoes/.

Urna eletrônica é utilizada nas eleições brasileiras desde 1996 e passa por testes e auditorias antes, durante e depois da votação — Foto: Poder360
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