TSE chama deepfake de deepfake, mas cria exceção e poupa Flávio
A língua portuguesa é rica em figuras de linguagem que ajudam a convivência social. Seria difícil manter o amigo quando, ao perguntar se a tinta que usou no cabelo para disfarçar a idade lhe caiu bem, fôssemos obrigados a ser sinceros. O eufemismo cumpre esse papel, atenuando a dureza que viria da verdade nua e crua: "Olha, ficou melhor do que da última vez!".

A língua portuguesa é rica em figuras de linguagem que ajudam a convivência social. Seria difícil manter o amigo quando, ao perguntar se a tinta que usou no cabelo para disfarçar a idade lhe caiu bem, fôssemos obrigados a ser sinceros. O eufemismo cumpre esse papel, atenuando a dureza que viria da verdade nua e crua: "Olha, ficou melhor do que da última vez!".
Publicado originalmente por UOL. Leia a matéria completa em https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2026/09/02/tse-chama-deepfake-de-deepfake-mas-cria-excecao-e-poupa-flavio.htm.
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