Tribunal nega recurso da ASA Asset para barrar assembleias de fundos
O TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) negou pedido de urgência da ASA Asset Management para suspender as assembleias de cotistas de quatro fundos administrados pela gestora. A decisão foi do desembargador Ricardo José Negrão Nogueira, da 2ª Câmara Reservada de Direito Empresaria l. A ASA apresentou recurso após a liminar ter sido rejeitada em primeiro grau. Leia mais (09/09/2026 - 19h15)

Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme
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O TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) negou pedido de urgência da ASA Asset Management para suspender as assembleias de cotistas de quatro fundos administrados pela gestora. A decisão foi do desembargador Ricardo José Negrão Nogueira, da 2ª Câmara Reservada de Direito Empresaria l. A ASA apresentou recurso após a liminar ter sido rejeitada em primeiro grau.
Kaizen, cotista dos quatro fundos, pleiteia a troca da ASA Asset pela B.Side Wealth Management.

Procurada pela coluna duas vezes por e-mail nesta quarta-feira (9), a gestora não respondeu.
Os quatro fundos envolvidos são: ASA Gauss Classe de Investimento Multimercado, ASA Gauss Classe FIC Classe FIM RL, ASA Zaftra Classe de Investimento Multimercado e ASA Zaftra CIC Classe FIM RL. Juntos, somam cerca de R$ 220 milhões em patrimônio e aproximadamente 400 cotistas. Estão sob gestão da ASA Asset desde junho de 2025, após acordo com a Gauss Capital.
No mês passado, o Kaizen solicitou ao administrador S3 Caceis a convocação de assembleias para deliberar sobre a substituição. A ASA Asset recorreu à Justiça para impedir as votações, inicialmente marcadas para 27 de agosto. O pedido foi negado pela 3ª Vara Empresarial e de Conflitos de Arbitragem de São Paulo.

As assembleias foram reagendadas para esta terça-feira (8) e realizadas por meio eletrônico, separadamente para cada fundo. A ASA Asset tentou impedir a realização, mas a decisão de segunda instância manteve o entendimento de que os instrumentos firmados entre as partes não estabeleciam obrigação de manutenção da gestora dos fundos.
O mérito da ação ainda será julgado pela Justiça.
Os resultados das quatro assembleias serão conhecidos após a divulgação das atas pelo administrador S3 Caceis.
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Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/09/tribunal-nega-recurso-da-asa-asset-para-barrar-assembleias-de-fundos.shtml.

Fachada do prédio do Palácio da Justiça de São Paulo, sede do Tribunal de Justiça de São Paulo, na praça Clóvis Beviláqua, centro de São Paulo - Eduardo Knapp-11.out.19/Folhapress · Eduardo Knapp-11.out.19/Folhapress — Foto: Folha de S.Paulo
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