Tradutor e assistência 24 horas: como o Atlético-MG auxiliou na adaptação de joia de Guiné no Brasil
Voz do Setorista: como o Atlético-MG trabalhou na adaptação do Cissé No dia oito de maio de 2025, o tradutor e professor de francês Benjamin Lelaidier aguardava o jovem de Guiné, Mamady Cissé, de 18 anos, no aeroporto de Confins, cidade ao lado de Belo Horizonte. Ele desembarcou sozinho, tímido, sem falar português e somente com uma bagagem. O sonho de jogar futebol estava prestes a ser realizado no Atlético-MG. Ali, ele não tinha ideia de que, em menos de um ano, iria da base ao profissional, renovaria contrato e estaria falando algumas palavras em português, com uma casa em Minas Gerais. Um
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No dia oito de maio de 2025, o tradutor e professor de francês Benjamin Lelaidier aguardava o jovem de Guiné, Mamady Cissé, de 18 anos, no aeroporto de Confins, cidade ao lado de Belo Horizonte. Ele desembarcou sozinho, tímido, sem falar português e somente com uma bagagem. O sonho de jogar futebol estava prestes a ser realizado no Atlético-MG .
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2026/08/29/tradutor-e-assistencia-24-horas-como-o-atletico-mg-auxiliou-na-adaptacao-de-joia-de-guine-no-brasil.ghtml.
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