Track&Field sobe e Azzas desce: companhias tem reações opostas após 2º trimestre
(Foto: Divulgação) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Azzas-2154.webp?fit=768%2C512&quality=70&strip=all" />Ações acompanham resultados; TFCO4 tem alta e AZZA3 recua The post Track&Field sobe e Azzas desce: companhias tem reações opostas após 2º trimestre appeared first on InfoMoney .

Enquanto a Track&Field ( TFCO4 ) reportou um segundo trimestre sólido em 2026 , a Azzas ( AZZA3 ) sofreu pressão em todas as unidades de negócio, com resultados fracos .
A diferença dos balanços se refletiu no desempenho das ações nesta quinta-feira (13).
Enquanto a Track&Field subia, ainda que timidamente, com ganhos de 0,74% (R$ 13,64), os papeis da Azzas recuavam 4,97% (R$ 15,09), às 16h13 (horário de Brasília).

Ao final do trimestre, a Track&Field teve resultados de crescimento de receita e de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) acima das expectativas.
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De acordo com a leitura da XP Investimentos, as vendas líquidas permaneceram fortes, impulsionadas pela assertividade da coleção, uma rede bem abastecida e uma sólida execução em datas comerciais importantes.
Ao mesmo tempo, assim como aconteceu no primeiro trimestre, as vendas para franquias superaram as expectativas (+22%). Os analistas da casa acreditam que esse movimento deve continuar a sustentar o crescimento dos royalties no terceiro trimestre, também.
A maior contribuição das vendas para redes de lojas (sell-in) na receita acabou pressionando a margem bruta, que perdeu -60 pontos-base. Ainda assim, o efeito foi parcialmente compensado pela maior participação de royalties, segundo os analistas.

A Azzas reportou resultados fracos no segundo trimestre de 2026, com receita pressionada em todas as unidades de negócio. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) também veio abaixo das expectativas do mercado.
De acordo com a XP Investimentos, a companhia ainda enfrenta desafios operacionais na maioria das unidades. Como resultado, nenhuma delas apresentou crescimento no período.
As vendas brutas consolidadas caíram 7% na comparação anual, considerando as operações continuadas, em linha com a estimativa da XP. O sell-in, por sua vez, foi o principal fator negativo, enquanto o sell-out teve um crescimento moderado.

Segundo os analistas, o sell-in ficou pressionado, caindo 14% ao ano, por causa da normalização da cobertura de estoques nas franquias. Além disso, houve também uma menor participação do faturamento da coleção de verão em Shoes & Bags. O cenário ainda leva em consideração um horizonte macroeconômico mais desafiador para o consumidor.
De acordo com o Goldman Sachs, a continuidade dessa tendência de vendas fracas era, em geral, esperada. A principal surpresa, por sua vez, veio do lado das despesas. Os analistas explicam que a relação entre SG&A (despesas de vendas, gerais e administrativas, em tradução livre) e receita foi pressionada em 550 pontos-base, impactada pela alavancagem operacional negativa.


Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/mercados/trackfield-sobe-e-azzas-desce-companhias-tem-reacoes-opostas-apos-2o-trimestre/.

Foto: InfoMoney
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