'Trabalhou com cana, mas a paixão dele sempre foi helicóptero', diz irmão de copiloto que morreu em acidente
Leopoldo Barros Teixeira atuava como copiloto no helicóptero que caiu com o cantor Rick, da dupla Rick e Renner Reprodução O copiloto Leopoldo Barros Teixeira, de 34 anos, que morreu na queda do helicóptero que levava o cantor Rick, da dupla com Renner, em Santa Catarina, era natural de Pirajuí (SP), e havia retomado a carreira na aviação civil no ano passado. Segundo o irmão dele, Lincoln Barros Teixeira, Leopoldo fez o curso de aviação em 2020. “Ele fez curso de aviação civil em 2020. Trabalhou com cana até 2025, mas a paixão dele sempre foi com helicóptero. Aí, no ano passado, resolveu segu
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Leopoldo Barros Teixeira atuava como copiloto no helicóptero que caiu com o cantor Rick, da dupla Rick e Renner — Foto: Reprodução
O copiloto Leopoldo Barros Teixeira, de 34 anos, que morreu na queda do helicóptero que levava o cantor Rick, da dupla com Renner, em Santa Catarina , era natural de Pirajuí (SP), e havia retomado a carreira na aviação civil no ano passado. Segundo o irmão dele, Lincoln Barros Teixeira, Leopoldo fez o curso de aviação em 2020.
“Ele fez curso de aviação civil em 2020. Trabalhou com cana até 2025, mas a paixão dele sempre foi com helicóptero. Aí, no ano passado, resolveu seguir o sonho dele”, contou o irmão.

Os destroços do helicóptero foram encontrados nesta terça-feira (22), na região de Santa Bárbara, no interior de Urubici, na Serra de Santa Catarina. Além de Rick, Bruno Avelar e Paulo Soares, estavam na aeronave o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira.
Lincoln explicou que ele e o irmão nasceram em Pirajuí (SP), já que Pongaí (SP), cidade onde cresceram, não possui maternidade. Ainda segundo o irmão, Leopoldo não tinha filhos, era solteiro e morava em Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, onde trabalhava com helicópteros.
Leopoldo Barros Teixeira era natural de Pongaí (SP) — Foto: Reprodução
Lincoln ainda relatou que a família tentou entrar em contato com Leopoldo na segunda-feira (21), mas não conseguiu. A falta de notícias deu início a uma espera angustiante até a confirmação da morte.
“A gente tentou entrar em contato com ele ontem e não conseguimos. Aí foi essa agonia até hoje”, disse.
O irmão também relembrou que a paixão de Leopoldo por helicópteros surgiu na juventude, graças ao convívio com amigos da família. Após um primeiro voo, ele decidiu fazer o curso e, depois de um período parado, resolveu retomar o sonho com o apoio da família.
"Nós falamos para ele seguir o sonho dele. Sempre o incentivamos. Ele morreu, mas morreu feliz fazendo o que amava", disse o irmão.
Lincoln ainda compartilhou que o irmão era muito querido por todos: "ele é muito querido, estamos recebendo muitas mensagens, muita gente querendo vir no velório".
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2026/09/22/copiloto-que-morreu-em-acidente-pongai.ghtml.

Cantor Rick estava em helicóptero com mais quatro pessoas; todos morreram — Foto: G1
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