Trabalhar, dever, trabalhar mais: como crédito caro prende entregadores argentinos aos aplicativos
Camarotti comenta dívida pública e crise com Argentina Quando a moto de um entregador é apreendida pelas autoridades de trânsito em Buenos Aires, voltar ao trabalho pode depender de um empréstimo caro. O empréstimo ajuda os trabalhadores a pagar multas e taxas para recuperar o veículo, mas também pode alimentar um ciclo de dívidas que aumenta a dependência dos aplicativos usados para obter renda. Albert Quintero, entregador de 41 anos, ganha em média 70 mil pesos argentinos, cerca de US$ 46, por dia fazendo entregas de comida. Recuperar uma moto apreendida, porém, pode custar cerca de 140 mil
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O endividamento cresce em um momento em que as famílias argentinas enfrentam aumento do custo de vida e preocupações com o emprego. Nesse cenário, os aplicativos financeiros se tornaram uma importante fonte de crédito e ajudam a mostrar como trabalhadores e famílias estão lidando com as mudanças econômicas promovidas pelo presidente Javier Milei.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/09/07/trabalhar-dever-trabalhar-mais-como-credito-caro-prende-entregadores-argentinos-aos-aplicativos.ghtml.
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