TJ nega liberdade a empresário suspeito de mandar atirar contra carro de advogada em Santarém
Ulisses Leite de Sousa Divulgação O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) negou o pedido de liminar em habeas corpus e manteve a prisão preventiva do empresário Ulisses Leite de Sousa. Ele é suspeito de ser o mandante de um ataque a tiros contra o carro de uma advogada em Santarém, no oeste do estado. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp A decisão foi proferida pelo desembargador Leonam Gondim da Cruz Júnior. O magistrado entendeu que a prisão preventiva está bem fundamentada e é necessária para garantir a ordem pública e proteger a integridade física e psicológica da vít
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Ulisses Leite de Sousa — Foto: Divulgação
O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) negou o pedido de liminar em habeas corpus e manteve a prisão preventiva do empresário Ulisses Leite de Sousa. Ele é suspeito de ser o mandante de um ataque a tiros contra o carro de uma advogada em Santarém, no oeste do estado.
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A decisão foi proferida pelo desembargador Leonam Gondim da Cruz Júnior. O magistrado entendeu que a prisão preventiva está bem fundamentada e é necessária para garantir a ordem pública e proteger a integridade física e psicológica da vítima. Com a decisão, o empresário continuará preso enquanto o mérito do habeas corpus não é julgado em definitivo.
Ulisses foi preso no dia 9 de outubro pela Polícia Civil . De acordo com as investigações lideradas pelo delegado Wellington Kennedy, o crime foi motivado por um conflito anterior entre o empresário e a advogada. A polícia chegou até Ulisses após realizar uma perícia técnica reversa em um áudio que o aponta como mandante do atentado. Na casa dele, foram apreendidos três celulares que passarão por perícia.
À época da prisão, em depoimento e em entrevista ao g1 , Ulisses negou qualquer participação no crime. Ele confirmou que tinha desavenças com a advogada, mas afirmou que não teria motivos para mandar atentar contra a vida dela.
O empresário também contestou a prova técnica da polícia. Segundo ele, a voz na gravação está distorcida e não é sua. Ulisses argumentou que, atualmente, ferramentas de inteligência artificial podem ser usadas para clonar e modificar vozes.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subseção Santarém informou que acompanha o caso de perto. A presidente da entidade na cidade, Pânysa Monteiro, classificou o ataque como um atentado grave contra toda a advocacia e destacou que a vítima relatou forte sentimento de insegurança antes da prisão do suspeito.
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Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2026/09/24/tj-nega-liberdade-a-empresario-suspeito-de-mandar-atirar-contra-carro-de-advogada-em-santarem.ghtml.
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