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    'Ter informação não significa ter conhecimento', diz CEO de nova plataforma brasileira de IA

    A empresa brasileira WeCogno lançou nova plataforma de inteligência artificial com investimento de R$ 2,5 milhões. Os recursos foram utilizados, segundo a companhia, para desenvolver uma nova categoria dentro do mercado: a cognitech. Leia mais (09/03/2026 - 16h18)

    Folha de S.Paulo
    3 de setembro de 2026 às 19:18
    'Ter informação não significa ter conhecimento', diz CEO de nova plataforma brasileira de IA
    Homem jovem com cabelo curto e óculos escuros sentado em cadeira preta. Ele veste terno azul escuro com camiseta cinza e sapatos pretos, em fundo cinza neutro. — Foto: Folha de S.Paulo

    Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme

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    Jhonata Emerick, CEO da plataforma de IA WeCogno - Divulgação · Divulgação
    Jhonata Emerick, CEO da plataforma de IA WeCogno - Divulgação · Divulgação — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

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    A empresa brasileira WeCogno lançou nova plataforma de inteligência artificial com investimento de R$ 2,5 milhões. Os recursos foram utilizados, segundo a companhia, para desenvolver uma nova categoria dentro do mercado: a cognitech.

    O conceito combina inteligência artificial, ciência de dados e conhecimento especializado de negócios para transformar grandes volumes de informação em aumento de receita, redução de custos e diminuição de riscos.

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    Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    A companhia parte da constatação de que, depois de anos investindo na coleta e organização de dados e, mais recentemente, na inteligência artificial, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades para transformar essa infraestrutura em ganhos concretos. O CEO da WeCogno, Jhonata Emerick É esse problema que a WeCogno quer atacar.

    "Nos últimos anos, o mercado brasileiro investiu fortemente em infraestrutura de dados e, na sequência, entrou na corrida pela inteligência artificial. Agora existe um próximo passo: fazer com que essas tecnologias realmente pensem com as empresas. No mundo do Big Data, ter informação não significa necessariamente ter conhecimento", afirma Jhonata Emerick, CEO da WeCogno.

    A empresa nasce a partir da estrutura e do know-how da Datarisk em quase dez anos de atuação em inteligência artificial e ciência de dados. A WeCogno mira áreas nas quais decisões baseadas em dados têm impacto direto no resultado financeiro, como crédito, risco, marketing, operações, seguros, indústria e varejo.

    Para a WeCogno, uma "cognitech" combina inteligência artificial, ciência de dados e conhecimento de negócio para transformar dados em conhecimento aplicável a problemas específicos. Já a chamada "inteligência artificial cognitiva" busca interpretar essas informações considerando o contexto da empresa, identificando padrões e antecipando comportamentos para apoiar decisões estratégicas e gerar resultados mensuráveis.

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/09/ter-informacao-nao-significa-ter-conhecimento-diz-ceo-de-nova-plataforma-brasileira-de-ia.shtml.

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    Jhonata Emerick, CEO da plataforma de IA WeCogno - Divulgação · Divulgação — Foto: Folha de S.Paulo

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