TCU dá 60 dias para Saúde explicar atraso em 97% das entregas de remédios em acordo com a Fiocruz
Walterson Rosa/MS Entre junho e dezembro de 2024, 97% das entregas de medicamentos previstas em um acordo do Ministério da Saúde com a Fiocruz ficaram fora do prazo. Apenas 3% saíram na data contratada. As remessas eram feitas por Farmanguinhos, o Instituto de Tecnologia em Fármacos da fundação. O levantamento é do Tribunal de Contas da União (TCU), que deu 60 dias para o Ministério da Saúde explicar o resultado e detalhar as providências adotadas diante dos atrasos. Os percentuais medem a pontualidade das entregas, não a quantidade de remédios que chegou. Em quantidade, o atraso também aparec
Entre junho e dezembro de 2024, 97% das entregas de medicamentos previstas em um acordo do Ministério da Saúde com a Fiocruz ficaram fora do prazo . Apenas 3% saíram na data contratada. As remessas eram feitas por Farmanguinhos, o Instituto de Tecnologia em Fármacos da fundação.
O levantamento é do Tribunal de Contas da União (TCU), que deu 60 dias para o Ministério da Saúde explicar o resultado e detalhar as providências adotadas diante dos atrasos.
Os percentuais medem a pontualidade das entregas, não a quantidade de remédios que chegou. Em quantidade, o atraso também aparece: das cerca de 248,84 milhões de unidades farmacêuticas previstas para o período, foram entregues aproximadamente 106,28 milhões —43% do total programado.

Procurados, o Ministério da Saúde e a Fiocruz não responderam aos questionamentos do g1 sobre as razões dos atrasos, a situação atual das entregas e um eventual impacto no abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) até a publicação desta reportagem.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/09/09/tcu-da-60-dias-para-saude-explicar-atraso-em-97percent-das-entregas-de-remedios-em-acordo-com-a-fiocruz.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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