Tato, sons e Libras: jovem cego e consultora surda contam como vivem a Feira do Livro de Ribeirão Preto, SP
Feira do Livro de Ribeirão Preto: inclusão com Libras e Braille O estudante Anderson Maximiano da Silva, de Santa Rosa de Viterbo (SP), tem 19 anos e está aprendendo a ler em Braille. Ele cursa o terceiro ano do ensino médio na Escola Estadual Conde Francisco Matarazzo, e está sendo alfabetizado agora. Anderson nasceu cego e são os livros adaptados que o ajudam neste processo. Os mais novos exemplares da prateleira do estudante são um livro sobre carros e outro sobre dinossauros, os dois em Braille, que ele comprou nesta semana, quando visitou a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (
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“A acessibilidade não acontece apenas durante uma palestra. A pessoa surda também precisa chegar à feira, pedir informações, identificar quais atividades contam com Libras e circular pelos espaços. Por isso, temos intérpretes em pontos específicos e no balcão de informações, além do acompanhamento ao longo da programação, para que o público participe com autonomia.”
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2026/09/05/tato-sons-e-libras-jovem-cego-e-consultora-surda-contam-como-vivem-a-feira-do-livro-de-ribeirao-preto-sp.ghtml.
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