Tarcísio e Haddad nacionalizam debate em SP com ataques sobre infiltração do PCC e CV, saúde e governos Lula e Bolsonaro
Os candidatos Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) no estúdio da TV Globo para participar do debate entre candidatos ao governo de São Paulo Bob Paulino/Globo Os candidatos ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) fizeram nesta terça-feira (29), na TV Globo, o último debate do 1º turno, em um encontro nacionalizado, pautado por enfrentamentos baseados em dados e ataques sobre impactos das gestões Bolsonaro e Lula no Brasil. Em um primeiro turno sem nenhum outro candidato com representatividade no Congresso Nacional, os dois chegam à
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Os candidatos Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) no estúdio da TV Globo para participar do debate entre candidatos ao governo de São Paulo — Foto: Bob Paulino/Globo
Os candidatos ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) fizeram nesta terça-feira (29), na TV Globo, o último debate do 1º turno, em um encontro nacionalizado, pautado por enfrentamentos baseados em dados e ataques sobre impactos das gestões Bolsonaro e Lula no Brasil.
Em um primeiro turno sem nenhum outro candidato com representatividade no Congresso Nacional, os dois chegam à reta final da campanha concentrando as atenções e disputando a liderança na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes.

Os temas mais presentes na campanha, como a privatização da Sabesp, os resultados da Educação paulista, as concessões no setor do transporte e os números do feminicídio voltaram à tona. A Prefeitura de São Paulo e seus contratos sob investigação também apareceram na fala de Haddad, e os pedidos de recuperação judicial de empresas durante o governo Lula, na fala de Tarcísio.
No início do debate, os candidatos discutiram segurança pública, tema que mais preocupa os eleitores de São Paulo, segundo as pesquisas. Eles divergiram e fizeram críticas a supostas alianças com pessoas suspeitas de envolvimento com o PCC, como o ex-vereador Milton Leite (União Brasil), preso neste mês, no caso de Tarcísio, e o vereador Senival Moura (PT), no caso de Haddad.
Enquanto o petista falou sobre a entrada do Comando Vermelho no interior do estado e a infiltração do PCC em instituições públicas e privadas, o governador rebateu citando indicadores criminais que caíram nos últimos anos.
Haddad também citou problemas na segurança, como a alta dos casos de feminicídio e os roubos e furtos de celulares na capital.
"Nós estamos batendo recorde de feminicídio no estado de São Paulo. Recorde de crimes de natureza racial, recorde de intolerância com a comunidade LGBT. De cada 10 celulares roubados, no Brasil, três são roubados no estado de São Paulo; dois são roubados na cidade de São Paulo, e você está falando que tudo está melhorando. O crime organizado. O PCC se infiltrando nas instituições. Você teve que afastar o comandante que você nomeou."
Tarcísio, por sua vez, disse que a violência contra a mulher não é exclusividade de São Paulo.
"É uma questão nacional está acontecendo em todo o Brasil. Infiltração do crime tem em todo lugar. Vamos lembrar e a gente está combatendo, a gente está punindo, a gente está aprendendo. Vamos lembrar que recentemente um vereador do PT foi preso para a associação crime por lavar dinheiro numa empresa de ônibus. Isso não está ficando encoberto.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/eleicoes/2026/noticia/2026/09/30/tarcisio-e-haddad-nacionalizam-debate-em-sp-com-ataques-sobre-infiltracao-do-pcc-e-cv-saude-e-governos-lula-e-bolsonaro.ghtml.

Debate em SP: Tarcísio (Republicanos) pergunta a Haddad (PT) sobre segurança hídrica — Foto: G1
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