Surto de intoxicação por peixe é investigado em Fernando de Noronha
Pacientes foram atendidos no Hospital São Lucas Ana Clara Marinho/TV Globo A Vigilância em Saúde de Fernando de Noronha investiga um surto de intoxicação após o consumo de peixe. O Hospital São Lucas atendeu oito pessoas, entre moradores e turistas, com sintomas de ciguatera na noite da quarta-feira (26). Todos os pacientes receberam atendimento e tiveram alta. Segundo o gerente de Vigilância em Saúde, Guilherme Santos, os pacientes apresentaram diarreia, vômitos, dores musculares, redução dos batimentos cardíacos e queda da pressão arterial. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE O g1 entr
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Pacientes foram atendidos no Hospital São Lucas — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
A Vigilância em Saúde de Fernando de Noronha investiga um surto de intoxicação após o consumo de peixe. O Hospital São Lucas atendeu oito pessoas, entre moradores e turistas, com sintomas de ciguatera na noite da quarta-feira (26). Todos os pacientes receberam atendimento e tiveram alta.
Segundo o gerente de Vigilância em Saúde, Guilherme Santos, os pacientes apresentaram diarreia, vômitos, dores musculares, redução dos batimentos cardíacos e queda da pressão arterial.

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O g1 entrou em contato com a Administração de Fernando de Noronha para obter mais informações sobre o atendimento hospitalar. Até a última atualização desta matéria, não houve resposta.
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco informou que cerca de 190 casos suspeitos de ciguatera foram registrados na ilha entre 2022 e 2025. Os casos envolvem moradores e turistas.
A informação consta em uma nota técnica divulgada pela secretaria por órgãos de vigilância em saúde.
Os nomes dos estabelecimentos relacionados aos novos casos não foram divulgados. A investigação começou assim que os pacientes com sintomas foram identificados no Hospital São Lucas.
“Fomos aos estabelecimentos e fizemos coletas de amostras de peixe. O material já foi enviado para o Recife para registro da Secretaria de Saúde e será encaminhado para um laboratório de referência no Rio Grande do Sul para análise”, declarou Guilherme Santos.
O gerente da Vigilância também informou que os pacientes serão monitorados e que os casos terão acompanhamento por, no mínimo, 90 dias.
“A ciguatera tem sintomas tardios. Entramos em contato com os pacientes após sete, 15 e 30 dias para saber se eles apresentam algum sintoma novo. Também ficamos à disposição da equipe que fizer o acompanhamento da pessoa no município de origem”, relatou.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pe/pernambuco/blog/viver-noronha/post/2026/08/27/surto-de-intoxicacao-por-peixe-e-investigado-em-fernando-de-noronha.ghtml.

Gerente da Vigilância em Noronha explica o que é a ciguatera após surto na ilha — Foto: G1
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