Subsolo do Amazonas guarda riquezas estratégicas, mas setor enfrenta gargalos ambientais, geológicos e jurídicos
O que são as terras raras e por que podem virar pauta entre Lula e Trump Riquíssimo em insumos estratégicos para a transição energética e com um faturamento que alcançou R$ 908 milhões em 2024, o subsolo do Amazonas vive um paradoxo: Apesar das jazidas de relevância internacional, o estado responde por apenas 6,1% dos processos minerários ativos da Amazônia Legal e por apenas 0,5% dos royalties arrecadados na região. Os dados, que constam em um levantamento recente da Agência Nacional de Mineração (ANM), acendem o debate sobre os limites técnicos, econômicos e socioambientais para a extração d
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A baixa representatividade do Amazonas no total de processos minerários da região (6,1%) não significa ausência de minérios, mas reflete a predominância de rochas sedimentares e a densa cobertura florestal, que dificultam a identificação de jazidas. Quem explica é o geólogo Tiago Felipe Arruda Maia, professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e especialista em gênese de depósitos minerais.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2026/08/16/subsolo-do-amazonas-guarda-riquezas-estrategicas-mas-setor-enfrenta-gargalos-ambientais-geologicos-e-juridicos.ghtml.
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