Solturas, perdão de dívidas, queixas de 'conduta': o que motivou o afastamento de juiz indígena que denuncia perseguição
Juiz indígena afastado de tribunal diz ser vítima de perseguição Decisões que resultaram na soltura de presos, extinção de execuções fiscais de baixo valor e reclamações de "conduta" estão no centro do caso que levou ao afastamento do juiz indígena Yves Luan Carvalho Guachala do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (veja detalhes abaixo). Para o magistrado e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), decisões consideradas “garantistas” desagradaram setores da comarca de Catanduvas – e passaram a ser usadas para justificar uma perseguição étnico-racial. Yves Guachala argumenta que tod
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Um policial militar afirmou que dois réus reincidentes furtaram cerca de R$ 300 mil em celulares, mas foram liberados na audiência de custódia pelo juiz por alegarem agressão dos PMs , o que o policial afirmou não ter sido confirmado por inquérito posterior. No entanto, o juiz afirma que o relaxamento da prisão ocorreu porque os réus apresentavam nítidos sinais de agressão física na abordagem (um deles com um grande corte transversal na testa), confirmados em laudo pericial. Ele argumenta que o relaxamento é obrigatório diante de indícios de maus-tratos policiais, com base em manual do CNJ.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/08/16/solturas-perdao-de-dividas-queixas-de-conduta-o-que-motivou-o-afastamento-de-juiz-indigena-que-denuncia-perseguicao.ghtml.
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