'Soltamos a besta': como o mundo se dividiu sobre até onde deixar a IA avançar
Um modelo de datacenter Crédito: Divulgação Uma frase ajuda a resumir o espírito dos dias atuais: "Soltamos a besta". A declaração foi feita por Maliyka Muhammad, analista nova-iorquina de 46 anos, em uma série de entrevistas da agência de notícias AFP com pessoas de oito países e reflete um sentimento que atravessa fronteiras, gerações e ideologias. Nesta semana, a preocupação com a inteligência artificial (IA) ganhou espaço quase ao mesmo tempo no Vaticano, em Bruxelas, Genebra, na Casa Branca e no Vale do Silício. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Já não se discute apen
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/4/LnBULNSgCypQ98Gvh9sw/imagem-3.png)
Um modelo de datacenter — Foto: Crédito: Divulgação
Uma frase ajuda a resumir o espírito dos dias atuais: "Soltamos a besta". A declaração foi feita por Maliyka Muhammad, analista nova-iorquina de 46 anos, em uma série de entrevistas da agência de notícias AFP com pessoas de oito países e reflete um sentimento que atravessa fronteiras, gerações e ideologias.
Nesta semana, a preocupação com a inteligência artificial (IA) ganhou espaço quase ao mesmo tempo no Vaticano, em Bruxelas, Genebra, na Casa Branca e no Vale do Silício.

🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Já não se discute apenas o que essa tecnologia pode fazer, mas também até onde ela deveria ser autorizada a avançar.
É aí que surge uma divisão no Ocidente: de um lado, os que defendem uma desaceleração diante do risco de perder o controle; de outro, os que acreditam que fazer isso agora significaria ceder terreno à China.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/09/22/soltamos-a-besta-como-o-mundo-se-dividiu-sobre-ate-onde-deixar-a-ia-avancar.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
Compartilhe
Espalhe essa notícia

