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    Shell prevê margens de refino recordes com guerra duradoura no Oriente Médio

    A Shell prevê que as margens de refino no terceiro trimestre saltem para US$ 42 (R$ 208,93) por barril, um recorde histórico e um valor significativamente superior aos US$ 24 (R$ 119,39) por barril registrado no trimestre anterior, informou a gigante do petróleo nesta quarta-feira (7), à medida que o conflito no Oriente Médio restringiu o abastecimento de combustíveis , elevando os preços. Leia mais (10/07/2026 - 08h25)

    Folha de S.Paulo
    7 de outubro de 2026 às 11:25
    Shell prevê margens de refino recordes com guerra duradoura no Oriente Médio
    Posto de combustível Shell com painel mostrando preços da gasolina e diesel. Caminhão branco abastece sob cobertura amarela e vermelha. Edifícios modernos e históricos ao fundo, incluindo arranha-céus de Londres em dia claro. — Foto: Folha de S.Paulo

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    A Shell prevê que as margens de refino no terceiro trimestre saltem para US$ 42 (R$ 208,93) por barril, um recorde histórico e um valor significativamente superior aos US$ 24 (R$ 119,39) por barril registrado no trimestre anterior, informou a gigante do petróleo nesta quarta-feira (7), à medida que o conflito no Oriente Médio restringiu o abastecimento de combustíveis , elevando os preços.

    Posto de combustível da Shell, em Londres - Henry Nicholls - 02.out.26/AFP · Henry Nicholls - 02.out.26/AFP
    Posto de combustível da Shell, em Londres - Henry Nicholls - 02.out.26/AFP · Henry Nicholls - 02.out.26/AFP — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    Os preços do petróleo bruto Brent , referência global, dispararam depois que os EUA e Israel atacaram o Irã no final de fevereiro, levando Teerã a fechar efetivamente o estreito de Hormuz e atacar vizinhos do Golfo. Nesta quarta, o barril era negociado acima de US$ 101 .

    Essas interrupções elevaram os preços dos combustíveis, levando os países do G7 a concordarem, na semana passada, em liberar estoques de diesel e petróleo bruto das reservas de emergência .

    Enquanto isso, com os preços mais altos da energia impulsionando suas receitas, espera-se que as grandes petrolíferas obtenham um lucro extraordinário de bilhões de dólares com o conflito.

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    Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    Espera-se que os resultados dos grandes negócios de comercialização de gás e derivados de petróleo da Shell estejam em linha com o trimestre anterior, quando ajudaram a empresa a registrar seu segundo maior lucro trimestral da história.

    A Shell elevou sua previsão de produção integrada de gás para o terceiro trimestre para entre 740 mil e 780 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), ante uma estimativa anterior de 570 mil a 630 mil boed.

    A empresa produziu 631 mil boed no segundo trimestre, em comparação com mais de 900 mil boed antes da guerra no Irã.

    Trilili Urna Eletrônica
    Trilili Urna Eletrônica — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

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    A produção de gás natural liquefeito no terceiro trimestre deve ficar em torno de 7,2 milhões a 7,6 milhões de toneladas métricas, em comparação com uma previsão anterior de 7,1 milhões a 7,7 milhões de toneladas e a produção do segundo trimestre de 7,7 milhões de toneladas.

    A Shell também ajustou para baixo sua previsão de produção upstream para o terceiro trimestre, para um intervalo entre 1,74 milhão e 1,84 milhão de boed, ante uma expectativa anterior de 1,68 milhão a 1,88 milhão de boed.

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/10/shell-preve-margens-de-refino-recordes-com-guerra-duradoura-no-oriente-medio.shtml.

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    Posto de combustível da Shell, em Londres - Henry Nicholls - 02.out.26/AFP · Henry Nicholls - 02.out.26/AFP — Foto: Folha de S.Paulo

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