Brasil

    Setor de serviços fica estável em junho de 2026, diz IBGE

    Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo IBGE, o setor registrou estabilidade em junho, na comparação com o mês anterior

    Metrópoles
    12 de agosto de 2026 às 12:21
    Setor de serviços fica estável em junho de 2026, diz IBGE
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    O volume do setor de serviços no Brasil registrou estabilidade em junho de 2026, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (12/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio, houve um recuo de 0,2% frente ao mês anterior.

    Segundo o IBGE, a variação nula do volume de serviços no mês mostrou maior disseminação de taxas negativas entre os setores, com queda em quatro das cinco atividades divulgadas .

    O resultado de junho foi puxado pelos profissionais, administrativos e complementares, com queda de 1,4%. As demais retrações vieram de outros serviços, com baixa de 2,2%, dos serviços prestados às famílias, com diminuição de 1,2% e dos transportes, que teve recuo de 0,01%

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    Divulgação/IBGE — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    Por outro lado, informação e comunicação registrou avanço de 1,8% e ganho acumulado de 3% nos três últimos meses.

    Dessa forma, o setor de serviços se encontra 19,9% acima do nível de fevereiro de 2020, no pré-pandemia. Frente a junho de 2025, o volume de serviços cresceu 2%, seu 27º resultado positivo consecutivo.

    O acumulado de janeiro a junho deste ano foi de 2%. O acumulado nos últimos 12 meses foi a 2,6%, repetindo o ritmo de expansão observado em maio, de 2,6%.

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    IBGE — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    Segundo o instituto, entre os setores, o de informação e comunicação exerceu o principal impacto positivo, com 9,4%, impulsionado, principalmente, pelo aumento da receita em desenvolvimento e licenciamento de softwares, atividades de TV aberta, telecomunicações, portais e provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet.

    Além disso, os demais avanços vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares, com 2,8%, e dos serviços prestados às famílias, com 1,7%, explicados pela maior receita vinda de agenciamento de espaços de publicidade e intermediação de negócios em geral por meio de aplicativos ou de plataformas de e-commerce.

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    Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/brasil/setor-de-servicos-fica-estavel-em-junho-de-2026-diz-ibge.

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