Sem luz, água, nem transporte: as frustrações da minha vida em Cuba e seus apagões
Gustavo costuma passar os longos apagões de Cuba lendo ou escrevendo no computador, na varanda de casa Cortesia de Gustavo via BBC Gustavo vai à academia todas as manhãs. Ele trabalha em uma galeria de arte na capital de Cuba, Havana. E, ns fins de semana, visita exposições e escreve sobre elas para uma revista. Sua vida poderia ser a vida típica de um profissional de 25 anos de idade, não fosse pela crise energética enfrentada por Cuba, a pior das últimas décadas. Ela provocou um efeito dominó que afeta quase todas as suas atividades. A questão não são apenas os apagões, que se estendem por c
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Gustavo costuma passar os longos apagões de Cuba lendo ou escrevendo no computador, na varanda de casa — Foto: Cortesia de Gustavo via BBC
Ele trabalha em uma galeria de arte na capital de Cuba , Havana . E, ns fins de semana, visita exposições e escreve sobre elas para uma revista.
Sua vida poderia ser a vida típica de um profissional de 25 anos de idade, não fosse pela crise energética enfrentada por Cuba , a pior das últimas décadas. Ela provocou um efeito dominó que afeta quase todas as suas atividades.

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Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/09/06/sem-luz-agua-nem-transporte-as-frustracoes-da-minha-vida-em-cuba-e-seus-apagoes.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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