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    Sem acordo, PL da misoginia fica para próximo esforço da Câmara

    Articulação tenta levar proposta ao plenário entre 31 de agosto e 3 de setembro; resistência de parlamentares religiosos ainda dificulta acordo

    CNN Brasil
    12 de agosto de 2026 às 16:40
    Sem acordo, PL da misoginia fica para próximo esforço da Câmara
    Foto: CNN Brasil

    A proposta que inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo não deve ser votada nesta semana de esforço concentrado da Câmara dos Deputados. O principal entrave é a falta de acordo entre as lideranças para levar o texto ao plenário.

    A expectativa é que a discussão seja retomada no próximo esforço concentrado da Casa, previsto entre 31 de agosto e 3 de setembro.

    Parlamentares favoráveis à proposta têm pressionado o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que o projeto seja incluído na pauta mesmo sem garantia de aprovação. A avaliação desse grupo é de que o texto deve ser submetido ao plenário independentemente do resultado da votação.

    Sessão no plenário da Câmara dos Deputados em Brasília • Plenário da Câmara dos Deputados em Brasília, Brasil, 9 de dezembro de 2025. REUTERS/Adriano Machado · • Plenário da Câmara dos Deputados em Brasília, Brasil, 9 de dezembro de 2025. R
    Sessão no plenário da Câmara dos Deputados em Brasília • Plenário da Câmara dos Deputados em Brasília, Brasil, 9 de dezembro de 2025. REUTERS/Adriano Machado · • Plenário da Câmara dos Deputados em Brasília, Brasil, 9 de dezembro de 2025. R — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    A principal resistência vem de parlamentares das bancadas católica e evangélica, e também alcança parlamentares do Centrão, o que tem dificultado a construção de um acordo.

    A articulação deve continuar nas próximas semanas. O Ministério das Mulheres, comandado pela ministra Márcia Lopes, deve realizar reuniões com integrantes do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio e com gestores estaduais do pacto para reforçar a orientação pela votação da proposta e buscar apoio entre os deputados.

    Também estão previstas conversas com integrantes das bancadas na tentativa de reduzir as resistências ao texto.

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    De R$ 100 mil a R$ 3 milhões por juiz: os penduricalhos na mira do STF — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    A proposta já teve o regime de urgência aprovado pela Câmara, o que permite sua análise diretamente pelo plenário. A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) é a relatora do projeto.

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    STF determina devolução de penduricalhos pagos a sete tribunais — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Amorim:
    Amorim: — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/politica/sem-acordo-pl-da-misoginia-fica-para-proximo-esforco-da-camara/.

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