Sem acordo contra secas, comunidades vão sofrer, avaliam especialistas
Inacreditável. Frustrante. Sabor amargo. Essas foram algumas das palavras usadas por organizações ambientais, representantes da sociedade civil e outros especialistas para avaliar os resultados da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que terminou nesta sexta-feira (28) em Ulaanbaatar, capital da Mongólia. A principal decepção foi o novo adiamento do acordo global para enfrentar as secas e os impactos que isso trará sobre as comunidades. Notícias relacionadas: Afetada por disputas geopolíticas, COP17 termina com poucos avanços. Degelo e seca avançam sobre Ásia

Inacreditável. Frustrante. Sabor amargo. Essas foram algumas das palavras usadas por organizações ambientais, representantes da sociedade civil e outros especialistas para avaliar os resultados da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que terminou nesta sexta-feira (28) em Ulaanbaatar, capital da Mongólia. A principal decepção foi o novo adiamento do acordo global para enfrentar as secas e os impactos que isso trará sobre as comunidades. Notícias relacionadas: Afetada por disputas geopolíticas, COP17 termina com poucos avanços. Degelo e seca avançam sobre Ásia
Publicado originalmente por Agência Brasil. Leia a matéria completa em https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/sem-acordo-contra-secas-comunidades-vao-sofrer-avaliam-especialistas.
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