Se o presidente fosse Bolsonaro, juros seriam metade do que está hoje, diz Flávio
O senador Flávio Bolsonaro usa o celular ao chegar para a cerimônia de posse de Kassio Nunes (fora da foto) como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, 12 de maio de 2026. REUTERS/Adriano Machado/File Photo " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2026-05-14T215009Z_865536769_RC2W7LAGCJVO_RTRMADP_3_BRAZIL-ELECTION-BOLSONARO-FILM_b0db1c.jpg?fit=1199%2C848&quality=70&strip=all" />Fim do governo Bolsonaro foi marcado pela taxa Selic em 13,75% The post Se o presidente fosse Bolsonaro, juros seriam metade do que está hoje, diz Flávio appeared

O senador Flávio Bolsonaro usa o celular ao chegar para a cerimônia de posse de Kassio Nunes (fora da foto) como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, 12 de maio de 2026. REUTERS/Adriano Machado/File Photo
O candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro , disse nesta quinta-feira (27) que se seu pai, Jair Bolsonaro (PL), ainda fosse presidente, a taxa de juros do Brasil, atualmente em 14% ao ano, estaria pela metade.
“Lá em outubro de 2022, tinha uma previsão do mercado de que, no final de 2025, a taxa de juros estaria um pouquinho acima de 7%. A taxa de juros no Brasil chegou a 15% no governo Lula. Hoje está na faixa de 14%, mas o importante é: mais ou menos o dobro. A taxa de juros no Brasil, se o presidente fosse Bolsonaro, muito provavelmente ia ter a metade do que está hoje”, declarou o presidenciável em sua live semanal no YouTube, ao lado da coordenadora econômica de sua campanha, a ex-presidente da Caixa Daniella Marques.

El-Salvador tem sido constantemente citado pelo senador durante a campanha eleitoral como referência em segurança pública
Em janeiro de 2019, quando Bolsonaro assumiu a Presidência, a Selic estava em 6,5% ao ano e chegou a atingir o menor patamar da história, em 2020, quando chegou a 2%. Entretanto, ao final do governo, em dezembro de 2022, a taxa básica de juros terminou em 13,75%.
Flávio também afirmou que não é difícil solucionar os problemas da economia brasileira. “Eu vou montar um time da parte da economia que vai oferecer todas as soluções. Mas não é uma coisa impossível, difícil de resolver não, gente. É só organizar a casa, é só organizar as contas e com isso a gente consegue resgatar a credibilidade que o Brasil perdeu com o atual governo.”

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Foto: InfoMoney
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