Brasil

    Saúde feminina: nutrientes que fazem diferença em cada fase da vida

    A saúde feminina acompanha diferentes fases ao longo da vida, e cada uma delas traz mudanças, necessidades e cuidados próprios. Adolescência, idade fértil, gestação, pós-parto, climatério e menopausa não são períodos isolados: fazem parte de uma trajetória na qual alimentação, atividade física, acompanhamento de saúde e hábitos cotidianos podem contribuir para a qualidade de vida. Quando falamos em nutrição, também não existe uma lista única de vitaminas e minerais que todas as mulheres precisam consumir em forma de suplemento. As necessidades nutricionais variam conforme a idade, alimentação,

    G1
    23 de setembro de 2026 às 18:16
    Saúde feminina: nutrientes que fazem diferença em cada fase da vida
    Foto: G1

    A saúde feminina acompanha diferentes fases ao longo da vida, e cada uma delas traz mudanças, necessidades e cuidados próprios. Adolescência, idade fértil, gestação, pós-parto, climatério e menopausa não são períodos isolados: fazem parte de uma trajetória na qual alimentação, atividade física, acompanhamento de saúde e hábitos cotidianos podem contribuir para a qualidade de vida.

    Quando falamos em nutrição, também não existe uma lista única de vitaminas e minerais que todas as mulheres precisam consumir em forma de suplemento. As necessidades nutricionais variam conforme a idade, alimentação, condições de saúde, fase da vida e outras características individuais.

    O Ministério da Saúde destaca que o cuidado com a saúde da mulher deve ser integral e acompanhar todas as fases da vida, incluindo saúde ginecológica, saúde materna, dignidade menstrual, climatério e menopausa, saúde mental e prevenção de doenças.

    Nesse contexto, olhar para a nutrição também é essencial. As necessidades do organismo podem mudar ao longo da vida, e nem sempre é simples atingir todos os nutrientes importantes apenas por meio da alimentação. É justamente aí que a suplementação com Maltta Nutrition pode se tornar uma grande aliada , oferecendo uma forma prática de complementar a rotina e contribuir para o fornecimento de vitaminas, minerais e outros nutrientes de acordo com as necessidades de cada fase.

    Por que as necessidades nutricionais mudam ao longo da vida?

    O corpo feminino passa por diferentes transformações ao longo da vida.

    Na adolescência, por exemplo, existe uma fase de crescimento e desenvolvimento. Na idade reprodutiva, a menstruação passa a fazer parte da rotina de muitas mulheres. Durante a gestação e a amamentação, existem necessidades específicas relacionadas à saúde materna e ao desenvolvimento do bebê. Mais tarde, a transição para a menopausa traz novas mudanças, inclusive relacionadas à saúde óssea.

    A Fiocruz destaca justamente essa perspectiva: infância, adolescência, fase adulta e o período após os 60 anos possuem suas próprias particularidades, e uma alimentação equilibrada, variada e preventiva é importante em todas essas etapas.

    Isso significa que não faz sentido pensar em “um suplemento para a mulher” de maneira genérica.

    O que merece atenção aos 20 anos pode não ser a mesma coisa aos 50 ou aos 70.

    Adolescência e idade fértil: o ferro merece atenção

    Da adolescência à idade fértil, o ferro é um dos nutrientes que merece atenção especial na saúde feminina. Durante a adolescência, as necessidades do organismo acompanham o crescimento e o desenvolvimento. Mais tarde, na idade fértil, as perdas menstruais também podem aumentar a demanda por esse mineral.

    O Ministério da Saúde aponta a anemia por deficiência de ferro como um importante problema nutricional no Brasil, especialmente entre mulheres em idade fértil.

    Por isso, o ferro aparece como um nutriente relevante nessa primeira etapa da trajetória feminina, e conhecer seu papel ajuda a entender por que ele pode fazer parte de uma rotina de cuidado nutricional.

    O ferro contribui para a formação das células vermelhas do sangue e para o transporte de oxigênio pelo organismo, além de auxiliar no metabolismo energético e no funcionamento do sistema imune.

    A atenção ao ferro não termina na adolescência. Ela acompanha diferentes momentos da vida feminina, especialmente durante os anos em que a mulher menstrua.

    É justamente essa perspectiva que torna importante olhar para a suplementação não apenas como algo pontual, mas como uma ferramenta que pode acompanhar diferentes necessidades nutricionais ao longo da vida.

    Aqui a atenção aos nutrientes ganha uma importância ainda maior.

    O ácido fólico é um dos nutrientes que merece destaque para mulheres que planejam engravidar.

    O Ministério da Saúde informa que a suplementação de ácido fólico no período pré-concepcional e durante a gestação é importante para reduzir significativamente a chance de algumas anomalias congênitas, como os defeitos de fechamento do tubo neural. A Caderneta da Gestante do Ministério da Saúde orienta que o ácido fólico seja utilizado diariamente pelo menos 30 dias antes da data planejada para engravidar até a 12ª semana de gestação.

    Essa é uma situação em que não devemos tratar suplementação como uma escolha aleatória. É uma recomendação relacionada a um período específico da vida e deve seguir a orientação do pré-natal e das políticas de saúde vigentes.

    Por que o ácido fólico é tão importante?

    Entre as alegações autorizadas pela Anvisa para o ácido fólico está que ele auxilia na formação do tubo neural do feto durante a gravidez. A Agência também reconhece funções relacionadas à síntese de aminoácidos, divisão celular, sistema imune, metabolismo da homocisteína e formação das células vermelhas do sangue.

    Gestação: quando o acompanhamento nutricional se torna ainda mais importante

    Prostooleh. — Foto: Magnific/Divulgação.

    A gestação é uma fase em que as necessidades nutricionais precisam ser acompanhadas de perto. Além do ácido fólico e do ferro, o cálcio ganhou uma atenção específica nas políticas atuais do Ministério da Saúde.

    Desde 2025, o Ministério da Saúde estabeleceu a suplementação universal de cálcio para gestantes na Atenção Primária à Saúde, como estratégia para reduzir o risco de pré-eclâmpsia. A recomendação prevê início a partir da 12ª semana de gestação até o parto, conforme o protocolo do SUS.

    A recomendação faz parte do cuidado pré-natal e está inserida em uma estratégia de saúde pública.

    A suplementação de micronutrientes deve acontecer junto à promoção de uma alimentação adequada e saudável, priorizando alimentos in natura e minimamente processados.

    Alimentação adequada + pré-natal + suplementação indicada = cuidado integrado.

    Pós-parto e amamentação: o cuidado continua

    O nascimento do bebê não encerra a atenção nutricional. O pós-parto também é uma fase de mudanças importantes na rotina e na alimentação da mulher.

    O Ministério da Saúde mantém o Programa Nacional de Suplementação de Ferro com estratégias específicas para mulheres no pós-parto e/ou pós-aborto. As condutas devem seguir o programa vigente e a orientação da equipe de saúde. Nesse período, a alimentação também continua sendo uma parte importante do cuidado.

    A recomendação não é buscar uma dieta perfeita, mas construir uma alimentação possível, variada e adequada à realidade da mulher. Afinal, cuidar da própria alimentação também faz parte do cuidado no período em que a mulher está se adaptando a uma nova rotina.

    Depois dos períodos de crescimento e reprodução, pode surgir a sensação de que “agora está tudo estabilizado” .

    A fase adulta é justamente uma oportunidade para consolidar hábitos que acompanham a vida toda. É recomendado uma abordagem integral da saúde da mulher, incluindo prevenção, promoção da saúde, saúde ginecológica, saúde mental e acompanhamento ao longo das diferentes fases da vida.

    Nesse período, é importante prestar atenção à qualidade da alimentação.

    Uma rotina alimentar variada deve incluir

    Frutas: diferentes cores e variedades. Verduras e legumes: presentes com frequência nas refeições. Leguminosas como: feijão, lentilha e grão-de-bico. Cereais e outros alimentos minimamente processados: dentro das preferências e necessidades individuais. Fontes de proteínas: variadas e adequadas à rotina. Fontes de gordura: priorizando opções de boa qualidade.

    Essa variedade contribui para ampliar a oferta de nutrientes.

    As vitaminas do complexo B aparecem em diferentes processos do organismo e podem fazer parte de uma alimentação equilibrada.

    Elas contribuem para diversas funções importantes do organismo, como:

    Metabolismo energético, auxiliando na transformação dos nutrientes em energia; Funcionamento do sistema nervoso; Formação das células vermelhas do sangue; Funcionamento do sistema imunológico; Metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras; Processo de divisão celular; Metabolismo da homocisteína; Síntese de proteínas e aminoácidos.

    A partir dos 40: por que começar a olhar para a saúde óssea?

    Com o avanço da idade, a saúde óssea passa a merecer atenção cada vez maior. E esse cuidado não precisa começar apenas quando a mulher chega à menopausa.

    O cálcio é um dos nutrientes diretamente relacionados aos ossos . A Anvisa reconhece a alegação de que o cálcio auxilia na formação de ossos e dentes.

    A vitamina D também aparece nessa conversa. O manual do Ministério da Saúde sobre transição menopausal e menopausa destaca a importância de fontes alimentares de cálcio e magnésio e aponta alimentos como leite e derivados, vegetais verde-escuros, feijões, grão-de-bico, castanhas e sementes como opções de fontes de cálcio. O documento também cita peixes e ovos entre as fontes alimentares de vitamina D.

    A suplementação de cálcio e vitamina D pode ser recomendada, em especial nesta faixa etária após avaliação clínica.

    Climatério e menopausa: uma nova fase de atenção

    Gerado por IA - ChatGPT. — Foto: Divulgação.

    A menopausa faz parte das diferentes fases da vida da mulher e merece ser encarada como uma fase de cuidado, não apenas como um conjunto de sintomas.

    Nesse momento, alimentação, atividade física e outros hábitos passam a ter papel importante no cuidado.

    Depois dos 60: alimentação continua sendo cuidado

    A partir dos 60 anos, as necessidades do organismo mudam e o cuidado com a saúde ganha novas prioridades.

    A atenção à mobilidade, à saúde cognitiva e à manutenção da autonomia passa a ter ainda mais importância, assim como a consciência de que cuidar do corpo ao longo do tempo pode fazer diferença na qualidade de vida.

    Nessa fase, olhar para a própria saúde também significa valorizar o bem-estar, a autoestima e os cuidados estéticos.

    Afinal, quais nutrientes merecem atenção na saúde feminina?

    Cada fase da vida feminina traz mudanças e necessidades diferentes. Por isso, alguns nutrientes podem ganhar maior importância ao longo dessa trajetória.

    Merece atenção especialmente entre mulheres em idade fértil e gestantes, grupos destacados pelo Ministério da Saúde em relação à anemia por deficiência de ferro.

    Tem importância especial para mulheres que planejam engravidar e durante a gestação, com recomendações específicas do Ministério da Saúde.

    É importante para a saúde óssea e tem papel especialmente relevante nas estratégias de cuidado durante a gestação.

    A vitamina D é importante em todas as fases da vida, pois auxilia na formação e manutenção de ossos e dentes, na absorção de cálcio e fósforo e no funcionamento do sistema imune. Durante a transição menopausal e a menopausa, ela merece atenção especial devido às mudanças hormonais que podem impactar a saúde óssea.

    O magnésio auxilia em diversas funções importantes do organismo, contribuindo para a formação de ossos e dentes, o metabolismo energético, o metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras, o equilíbrio dos eletrólitos, além do funcionamento muscular e neuromuscular e do processo de divisão celular.

    Vitaminas e Minerais são importantes em todas as fases da vida e são essenciais para o bom funcionamento do organismo. Estão presentes nos alimentos e podem ser suplementados em casos em que a alimentação não esteja suprindo as necessidades individuais.

    E onde a suplementação pode entrar na saúde feminina?

    Essa talvez seja a pergunta mais importante.

    A resposta é: algumas mulheres podem se beneficiar da suplementação quando existe uma necessidade nutricional específica ou uma indicação relacionada à fase da vida em que se encontram.

    Suplementos alimentares têm a finalidade de complementar a alimentação e que a necessidade de uso deve ser avaliada considerando fatores como saúde, qualidade da alimentação e atividade física.

    Existem situações em que a suplementação faz parte de políticas públicas específicas, como acontece com ferro e ácido fólico no cuidado de gestantes e com o cálcio na gestação, conforme as recomendações atuais do Ministério da Saúde.

    Como a Maltta Nutrition pode fazer parte dessa rotina?

    A saúde feminina muda ao longo da vida e sua rotina de cuidados também pode acompanhar essas mudanças.

    Conheça a Maltta Nutrition e encontre opções de suplementação para complementar sua alimentação e fazer parte da sua rotina de cuidados, sempre respeitando suas necessidades individuais.

    Os produtos da linha Maltta podem fornecer nutrientes como cálcio , vitamina D , vitaminas do complexo B , vitamina C , ácido fólico e magnésio e possuem apresentações práticas que facilitam o uso.

    Saúde feminina não cabe em uma única fórmula

    Da adolescência à maturidade, o corpo feminino passa por diferentes fases — e cada uma delas merece atenção.

    Na adolescência, construir bons hábitos alimentares ajuda a estabelecer uma relação mais saudável com a alimentação. Na idade fértil, o ferro merece atenção especial, principalmente diante do risco de anemia por deficiência de ferro. No planejamento de uma gestação, o ácido fólico assume um papel importante. Durante a gestação, ferro, ácido fólico e cálcio fazem parte das estratégias específicas de cuidado estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Na transição para a menopausa, a atenção à saúde óssea, à alimentação e à atividade física ganha ainda mais espaço.

    O mais importante é entender que não existe uma única receita para a saúde feminina.

    Existe acompanhamento. Existe prevenção. Existe alimentação. Existe movimento. Existe cuidado. E, quando necessário, existe suplementação.

    Sempre como parte de uma estratégia maior.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/maltta-nutrition/noticia/2026/09/23/saude-feminina-nutrientes-que-fazem-diferenca-em-cada-fase-da-vida.ghtml.

    Compartilhe

    Espalhe essa notícia

    Comentários(0)