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    Santarém decreta emergência no Quilombo do Arapemã por avanço de 'terras caídas'

    Quilombo de Arapemã, região de várzea Agência Santarém/Divulgação A Prefeitura de Santarém decretou, nesta quarta-feira (16), situação de emergência nas áreas da Comunidade Quilombo do Arapemã, na região de Urucurituba, em área de várzea do município. A medida foi tomada devido à continuidade e ao agravamento do processo de erosão das margens do rio, conhecido na região como “terras caídas”. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp O decreto municipal nº 736/2026 classifica o desastre como Erosão de Margem Fluvial, código COBRADE 1.1.4.2.0, e como Desastre de Nível II. A s

    G1
    16 de setembro de 2026 às 19:28
    Santarém decreta emergência no Quilombo do Arapemã por avanço de 'terras caídas'
    Foto: G1

    Quilombo de Arapemã, região de várzea — Foto: Agência Santarém/Divulgação

    A Prefeitura de Santarém decretou, nesta quarta-feira (16), situação de emergência nas áreas da Comunidade Quilombo do Arapemã, na região de Urucurituba, em área de várzea do município. A medida foi tomada devido à continuidade e ao agravamento do processo de erosão das margens do rio, conhecido na região como “terras caídas”.

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    ‘Terras caídas’ fazem margem do Rio Amazonas desabar e ameaçam casas em Curuá
    ‘Terras caídas’ fazem margem do Rio Amazonas desabar e ameaçam casas em Curuá — Foto: G1 · Fonte: G1

    O decreto municipal nº 736/2026 classifica o desastre como Erosão de Margem Fluvial, código COBRADE 1.1.4.2.0, e como Desastre de Nível II. A situação de emergência terá validade de 180 dias.

    Segundo o documento, o processo erosivo ocorre de forma contínua desde 2022 e tem provocado o recuo das margens e o solapamento do terreno. Uma vistoria realizada pela Defesa Civil Municipal em 4 de setembro apontou que o processo permanece ativo e apresenta evolução.

    Um estudo do Serviço Geológico do Brasil (SGB), realizado no âmbito de um processo judicial na Justiça Federal, identificou três setores classificados como de risco alto e muito alto na comunidade.

    Nessas áreas, estão aproximadamente 66 moradias e cerca de 300 pessoas, que, segundo o decreto, estão diretamente expostas à possibilidade de perda de solo e de colapso de estruturas em curto prazo.

    A prefeitura faz uma distinção entre os danos que já ocorreram e o risco que permanece. Entre os prejuízos já registrados estão a destruição de áreas de cultivo, perdas de pastagens, degradação de caminhos internos e o recuo da margem. Algumas casas ainda estão de pé, mas permanecem próximas à área de solapamento e sob risco de desabamento.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2026/09/16/santarem-decreta-emergencia-no-quilombo-do-arapema-por-avanco-de-terras-caidas.ghtml.

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    ‘Terras caídas’ fazem margem do Rio Amazonas desabar e ameaçam casas em Curuá — Foto: G1

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