Representante do Brasil no Oscar, 'Feito Pipa' amplia imaginário do cinema com Sertão colorido, diz roteirista
Pesquisadora Eliana Guerra fala sobre o sertão nordestino no cinema brasileiro Representante brasileiro para eventual vaga no Oscar de melhor filme internacional, "Feito Pipa" propõe um olhar diferente sobre o interior do Nordeste. Em vez de imagens associadas à seca e à pobreza, o longa-metragem dirigido pelo cearense Allan Deberton aposta em afeto, cores, memória e música para contar a história de Gugu, menino de 11 anos criado pela avó materna. Em entrevista ao g1, o roteirista André Araújo afirmou que uma das preocupações durante a escrita foi revisitar a forma como o cinema historicamente
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Poucos territórios foram tão revisitados pelo cinema brasileiro quanto o interior nordestino. Ao longo do século XX, a região foi palco de diferentes movimentos e estéticas, desde a fase inaugural, representada por produções como "O Cangaceiro" (1953), de Lima Barreto, até os filmes do Cinema Novo, que transformaram a paisagem sertaneja em símbolo das desigualdades sociais brasileiras, sobretudo através da obra do cineasta baiano Glauber Rocha, com destaque para “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964).
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ce/ceara/cariri/noticia/2026/09/27/representante-do-brasil-no-oscar-feito-pipa-amplia-imaginario-do-cinema-com-sertao-colorido-diz-roteirista.ghtml.
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