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    Relatos de violência, acolhimento e orientação marcam rotina das atendentes do Ligue 180

    Atendentes do Ligue 180 contam como é atender mulheres vítimas da violência A Central de Atendimento às Mulheres (Ligue 180), em Brasília, recebe diariamente ligações de mulheres em situação de violência que buscam orientação, acolhimento ou apoio para denunciar agressões. Do outro lado da linha, o trabalho das atendentes contraria o ditado popular "em briga de marido e mulher não se mete a colher" para acolher e orientar mulheres vítimas de violência. (Veja abaixo como pedir ajuda). O g1 foi até a central para mostrar a rotina de atendentes que estão do outro lado da linha e ajudam mulheres q

    G1
    30 de agosto de 2026 às 03:00
    Relatos de violência, acolhimento e orientação marcam rotina das atendentes do Ligue 180
    Foto: G1

    A Central de Atendimento às Mulheres (Ligue 180), em Brasília, recebe diariamente ligações de mulheres em situação de violência que buscam orientação, acolhimento ou apoio para denunciar agressões. Do outro lado da linha, o trabalho das atendentes contraria o ditado popular "em briga de marido e mulher não se mete a colher" para acolher e orientar mulheres vítimas de violência. (Veja abaixo como pedir ajuda).

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/08/30/relatos-de-violencia-acolhimento-e-orientacao-marcam-rotina-das-atendentes-do-ligue-180.ghtml.

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