Relatório da PF não vê indício de crime em jornalista alvo de Moraes, diz TV
Foto: Luiz Silveira/STF " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/03/55129476823_7ea5518c8f_k.jpg?fit=1280%2C854&quality=70&strip=all" />Documento também afirma que não é possível afirmar se jornalista recebeu dinheiro para produzir notícias contra Flávio Dino The post Relatório da PF não vê indício de crime em jornalista alvo de Moraes, diz TV appeared first on InfoMoney .

O relatório da Polícia Federal sobre a operação contra a fonte do jornalista Luís Pablo, alvo dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Flávio Dino, alega não visualizar indício de crime de violação de sigilo funcional. O relatório foi obtido com exclusividade pela CNN .
O documento também destaca que não é possível apontar “com máxima clareza” o recebimento de dinheiro por parte do jornalista do Maranhão para publicar reportagens contra Flávio Dino.
A PF analisou um depósito em dinheiro entre Diogo Lima e Luis Pablo, encontrado em informações obtidas a partir de Raimundo Cutrim. No entanto, não conseguiu especificar o motivo da transferência de R$ 100.000,00 entre os mencionados.

Em 11 de agosto, Moraes determinou a realização de operação de busca e apreensão pela PF contra Raimundo, fonte do jornalista. A investigação apontou que Cutrim usou o cargo público para obter as informações sobre Flávio Dino que foram posteriormente divulgadas por Luis Pablo.
Em nota, a assessoria do ministro Flávio Dino afirmou que “jamais houve uso irregular de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão”. Ainda de acordo com o ministro, “investigações recentes demonstraram que até mesmo os veículos particulares do ministro e sua família eram ‘monitorados’ e seguidos”, o que configuraria a suposta perseguição citada por Moraes na justificativa da ação.
No relatório obtido pela CNN , a PF afirma que a informação sobre o suposto uso do veículo oficial só poderia ser obtido por meio de consultas a sistemas oficiais, e que o eventual repasse desses dados ao jornalista poderia configurar o crime de violação de sigilo funcional para a fonte.

Em julho, Dino decretou a prisão domiciliar do então secretário Raimundo Cutrim em outra investigação. Neste outro caso, que tramita em sigilo no STF, há a suspeita de que Cutrim tenha cometido os crimes de obstrução de Justiça e coação no curso do processo.
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Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/politica/relatorio-da-pf-nao-ve-indicio-de-crime-em-jornalista-alvo-de-moraes-diz-tv/.

Foto: InfoMoney
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