Raytheon assina contrato de US$ 22,9 bi para a produção de mísseis Tomahawk
Míssil Tomahawk disparado a partir do destróier USS DDG 119, em apoio à Operação Epic Fury – 28/02/2026 (Foto: Divulgação da Marinha dos EUA/CENTCOM) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tomahawk.jpg?fit=1280%2C853&quality=70&strip=all" />Contrato abrange a produção de mais de 1.000 mísseis Tomahawk e o suporte associado; anúncio veio após notícias sobre queda nos estoques de armas dos EUA The post Raytheon assina contrato de US$ 22,9 bi para a produção de mísseis Tomahawk appeared first on InfoMoney .

Míssil Tomahawk disparado a partir do destróier USS DDG 119, em apoio à Operação Epic Fury – 28/02/2026 (Foto: Divulgação da Marinha dos EUA/CENTCOM)
A Raytheon assinou um contrato de US$ 22,9 bilhões com o Departamento de Guerra dos Estados Unidos para acelerar a produção de mísseis de cruzeiro Tomahawk para a Marinha, num acordo de 7 anos. Segundo a empresa, contrato abrange a produção de mais de 1.000 mísseis Tomahawk e o suporte associado, garantindo um fornecimento estável e previsível para a Marinha americana e aliados.
O anúncio aconteceu em meio ao noticiário de que há hoje um esgotamento dos estoques de armas e munições-chave para a defesa dos EUA, em meio ao recrudescimento do uso de armamentos com a guerra no Oriente Médio. Especialistas têm alertado para uma fase de vulnerabilidade militar do país no futuro devido a essa escassez.

“O Tomahawk é a arma de ataque mais importante da Marinha, capaz de mirar forças hostis a centenas de milhas de distância sem jamais arriscar a vida de nossos marinheiros”, disse o presidente da Raytheon, Phil Jasper. “Estamos fazendo investimentos significativos em nossa força de trabalho, tecnologia, cadeia de suprimentos e instalações para aumentar drasticamente a capacidade produtiva e atender à demanda crescente”, completou.
O míssil de cruzeiro Tomahawk é uma arma de precisão que é lançada de navios e submarinos, e pode atingir alvos a 1.000 milhas de distância em espaço aéreo fortemente defendido. É rotineiramente o primeiro sistema que os EUA usam para atacar forças hostis, e já foi usado em ambiente operacional mais de 2.300 vezes.
A Raytheon já havia anunciado que estava investindo em instalações de produção do Tomahawk em Tucson, no Arizona. Esse projeto, assim como a expansão da instalação no Alabama, faz parte de um investimento de US$ 2,6 bilhões que a controladora RTX realizou em 2025.

A RTX investiu fortemente nos últimos anos para aumentar a produção de Tomahawk e outras munições críticas, entregando três vezes mais Tomahawks na primeira metade de 2026 em comparação com a primeira metade de 2025.
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Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/business/raytheon-assina-contrato-de-us-229-bi-para-a-producao-de-misseis-tomahawk/.

Foto: InfoMoney
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