Quilombolas expulsos por mineradora buscam reparação depois de 20 anos
A imagem da avó Antônia na plantação de algodão está na memória da autônoma Claudinês Lopes, de 32 anos. “Ela adorava plantar para fazer linha de costura”, lembra. A matriarca, nascida e criada na comunidade quilombola do Machadinho, em Paracatu (MG), morreu aos 99 anos de idade sem ter a reparação que tanto esperava. Ela ficou arrasada depois que teve que deixar sua terra por causa da instalação de uma mineradora na cidade. “Ela desejava justiça. Eu cresci ouvindo isso dela”, diz a neta Claudinês, presidente da associação de moradores da comunidade que perdeu o território para a multinacional

A imagem da avó Antônia na plantação de algodão está na memória da autônoma Claudinês Lopes, de 32 anos. “Ela adorava plantar para fazer linha de costura”, lembra. A matriarca, nascida e criada na comunidade quilombola do Machadinho, em Paracatu (MG), morreu aos 99 anos de idade sem ter a reparação que tanto esperava. Ela ficou arrasada depois que teve que deixar sua terra por causa da instalação de uma mineradora na cidade. “Ela desejava justiça. Eu cresci ouvindo isso dela”, diz a neta Claudinês, presidente da associação de moradores da comunidade que perdeu o território para a multinacional
Publicado originalmente por Agência Brasil. Leia a matéria completa em https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/quilombolas-expulsos-por-mineradora-buscam-reparacao-depois-de-20-anos.
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