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    Quem leva vantagem nos Estados? Quaest mostra cenário melhor para aliados de Flávio

    (Foto: Adriano Machado / Reuters e Adriano Machado / Reuters) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/08/eleicoes2026-pesquisa-lula-flavio-03.jpg?fit=1120%2C720&quality=70&strip=all" />Candidatos próximos a Lula estão à frente em quatro Estados; outras sete disputas têm empate técnico na liderança The post Quem leva vantagem nos Estados? Quaest mostra cenário melhor para aliados de Flávio appeared first on InfoMoney .

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    14 de setembro de 2026 às 18:49
    Quem leva vantagem nos Estados? Quaest mostra cenário melhor para aliados de Flávio
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    (Foto: Adriano Machado / Reuters e Adriano Machado / Reuters)

    A disputa pelos governos estaduais oferece, neste momento, um mapa mais favorável a Flávio Bolsonaro (PL) do que a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Levantamentos da Quaest realizados em agosto e setembro mostram aliados do senador na liderança isolada em nove Estados e no Distrito Federal, enquanto nomes apoiados pelo presidente aparecem à frente em quatro.

    São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Acre, Roraima, Amapá, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina formam o grupo de Estados em que candidatos alinhados a Flávio ocupam o primeiro lugar sem empate técnico. No Distrito Federal, Celina Leão (PP) completa a lista.

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    Do lado de Lula, aliados lideram no Rio de Janeiro, Paraíba, Sergipe e Amazonas.

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    O quadro importa para a disputa presidencial porque as eleições estaduais ajudam a definir a estrutura política disponível para Lula e Flávio na reta final. Governadores, candidatos competitivos e suas coligações mobilizam prefeitos, parlamentares e lideranças locais que também participam da campanha nacional.

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    A vantagem de Flávio, porém, não significa que o PL seja o partido dominante nesse mapa. Parte relevante dos candidatos classificados como aliados pertence a outras siglas e mantém alianças estaduais próprias.

    Entre os principais colégios eleitorais do país, dois apresentam aliados de Flávio com vantagem expressiva. Em São Paulo , Tarcísio de Freitas (Republicanos) registra 42%, contra 27% de Fernando Haddad (PT). Indecisos representam 14%, e brancos e nulos, 13%.

    Minas Gerais também tem um aliado do senador na primeira colocação. Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece com 32%. Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT) têm 11% cada, enquanto Mateus Simões (PSD) marca 8%.

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    No Paraná , Sergio Moro (PL) lidera com 37%, seguido por Requião Filho (PDT), com 21%, e Sandro Alex (PSD), com 15%.

    Jorginho Mello (PL) alcança 50% em Santa Catarina . João Rodrigues (PSD) tem 17% e Gelson Merísio (PSB), 4%.

    No Mato Grosso do Sul , Eduardo Riedel (PP) soma 40%, diante dos 13% de Fábio Trad (PT).

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    O Ceará é outro Estado relevante para a disputa nacional. Ciro Gomes (PSDB), aliado de Flávio, registra 45%, enquanto o governador Elmano de Freitas (PT) tem 34%.

    No Norte, o senador também conta com candidatos que ocupam a primeira posição no Acre, Roraima e Amapá.

    Alan Rick (Republicanos) marca 33% no Acre , contra 24% de Mailza Assis (PP). Em Roraima, Arthur Henrique (PL) chega a 60%, enquanto Soldado Sampaio (Republicanos) tem 27%.

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    No Amapá , Dr. Furlan (PSD) aparece com 55%, seguido por Clécio (União), com 35%.

    No Distrito Federal , Celina Leão (PP) tem 35%. Arruda (PSD) registra 18% e Leandro Grass (PT), 17%.

    A principal vantagem estadual para Lula está no Rio de Janeiro . Eduardo Paes (PSD) lidera com 39%, mais que o dobro dos 18% de Douglas Ruas (PL). Garotinho (Republicanos) aparece com 8%.

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    Na Paraíba , Lucas Ribeiro (PP), apoiado pelo presidente, tem 38%. Cícero Lucena (MDB) registra 19% e Efraim Filho (PL), 18%.

    Em Sergipe , Fábio Mitidieri (PSD) aparece com 40%, ante 28% de Valmir de Francisquinho (Republicanos). Ricardo Marques (PL) tem 5%.

    No Amazonas , a disputa está mais fragmentada. Omar Aziz (PSD) lidera com 26%, seguido por Roberto Cidade (União), com 18%, Professora Maria do Carmo (PL), com 16%, e David Almeida (Avante), com 15%.

    O número de governos potencialmente ligados a cada presidenciável ainda pode mudar porque sete Estados apresentam empate técnico na primeira colocação.

    Na Bahia , ACM Neto (União) tem 39% e Jerônimo Rodrigues (PT), 37%. O resultado deixa em aberto uma das disputas estaduais mais importantes para Lula, especialmente pelo peso eleitoral da Bahia.

    Em Alagoas , Renan Filho (MDB) registra 42% e JHC (PSDB), 40%. No Rio Grande do Norte, Allyson (União) tem 25%, Cadu de Lula (PT), 21%, e Álvaro Dias (PL), 19%.

    Rondônia apresenta Marcos Rogério (PL) com 24% e Adailton Fúria (PSD) com 21%. No Pará, Dr. Daniel (Podemos) marca 28% e Hana Ghassan (MDB), 27%.

    Em Mato Grosso , Wellington Fagundes (PL) tem 27% e Otaviano Pivetta (Republicanos), 23%. No Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL), com 26%, e Juliana Brizola (PDT), com 23%, também estão tecnicamente empatados.

    Esses Estados são particularmente relevantes para medir a capacidade de expansão das duas candidaturas presidenciais. Uma vitória de aliados pode preservar estruturas estaduais mobilizadas para um eventual segundo turno, enquanto a derrota pode alterar as alianças e o grau de envolvimento das lideranças locais na disputa nacional.

    Há ainda seis Estados em que o líder das pesquisas não integra diretamente o campo dos dois principais candidatos à Presidência: Pernambuco, Espírito Santo, Tocantins, Maranhão, Goiás e Piauí.

    Em Pernambuco , Raquel Lyra (PSD) registra 43%, contra 37% de João Campos (PSB), candidato oficialmente apoiado por Lula. A classificação exige uma ressalva: Lyra também mantém proximidade com o presidente, apesar de pertencer ao PSD e não integrar a aliança eleitoral petista no Estado.

    No Espírito Santo , Ricardo Ferraço (MDB) tem 35%, seguido por Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 28%. Helder Salomão (PT) aparece com 10%.

    No Maranhão , Eduardo Braide (PSD) lidera com 44%, ante 25% de Orleans Brandão (MDB). Felipe Camarão (PT) registra 6%.

    Professora Dorinha (União) aparece em primeiro no Tocantins, com 37%, contra 28% de Vicentinho (PSDB).

    Em Goiás , Daniel Vilela (MDB) tem 37% e conta com o apoio do ex-governador e candidato presidencial Ronaldo Caiado (PSD). Marconi Perillo (PSDB) aparece com 20%, Wilder Morais (PL), com 12%, e Luis Cesar Bueno (PT), com 4%.

    A Quaest ainda não realizou levantamento para o governo do Piauí . Pesquisas de outros institutos colocam Rafael Fonteles (PT) na liderança diante de Joel Rodrigues (PP), mas o Estado fica fora da comparação baseada exclusivamente nos levantamentos da Quaest.

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