‘Quem faz a feira-livre acontecer?’: histórias de trabalho, amizade e tradição atravessam gerações entre comerciantes e clientes em Rio Preto
Dia do Feirante: a rotina de quem acorda de madrugada e faz da banca uma história de vida Muito antes do sol nascer e dos moradores de São José do Rio Preto (SP) despertarem, Cleusa Venturim e Hidegair já estão de pé, às 3h10, a todo vapor para iniciar os trabalhos do dia. Há 43 anos, o casal de feirantes compartilha a mesma rotina: renovar as bancas de hortifrúti e atender a população com um sorriso no rosto. A primeira parada é na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais (Ceasa), localizada no Distrito Industrial. Em um espaço de 231 mil metros quadrados, os dois percorrem os galpões para
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"Ó, ganhar dinheiro lá [na feira] a gente não ganha muito não, mas o que a gente dá de risada. A gente é muito parceiro. A gente fez umas amizades que hoje não é tanta amizade, parecendo mais um parentesco, irmãos mesmo. É uma família lá. A gente se ajuda, a gente quando tá com dificuldade, alguma coisa a gente vai lá, ajuda", finaliza Fabiano.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2026/08/25/quem-faz-a-feira-livre-acontecer-historias-de-trabalho-amizade-e-tradicao-atravessam-geracoes-entre-comerciantes-e-clientes-em-rio-preto.ghtml.
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