Quando o CEP define quem corre mais risco: como renda e raça revelam o racismo ambiental
Quando o CEP define quem corre mais risco: como renda e raça ampliam a vulnerabilidade ao Na primeira vez em que a casa de Mateus Fernandes alagou, ele era uma criança de 10 anos e morava com a mãe no bairro Parque Santos Dumont, em Guarulhos, na Grande São Paulo. "A primeira enchente aconteceu quando eu ainda era muito novo. Não me lembro de todos os detalhes, mas até hoje guardo na memória o cheiro específico da água parada e a sensação de desespero de perder tudo", relembra o comunicador popular e ativista ambiental que hojte tem 25 anos. O segundo e o terceiro alagamentos aconteceram quand
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A desigualdade descrita por Cássia também aparece nos números. O estudo Racismo Ambiental e Injustiça Climática, publicado pelo Instituto Pólis em novembro de 2025 , analisou São Paulo, Belém, Recife e Porto Alegre com base em dados do Censo Demográfico de 2022 do IBGE e da plataforma UrbVerde. Em escala de setor censitário, a pesquisa cruzou indicadores como renda, raça/cor, saneamento, infraestrutura urbana e cobertura vegetal para identificar os territórios mais vulneráveis aos impactos da crise climática.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/08/11/quando-o-cep-define-quem-corre-mais-risco-como-renda-e-raca-revelam-o-racismo-ambiental.ghtml.
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