Qual o futuro da CLT? Candidatos propõem mudanças e até alternativas ao modelo de carteira assinada
Carteira de trabalho digital Marcelo Camargo/Agência Brasil Para milhões de brasileiros, ter um emprego com carteira assinada significava contar com férias remuneradas, 13º salário, licença médica, aposentadoria e uma rede de proteção construída ao longo de décadas. Era um símbolo de estabilidade e segurança. Hoje, há quem veja esse modelo de outra forma. Como mostrou o g1, ter um emprego com carteira assinada virou sinônimo de perrengue para muitos jovens. Para eles, tornou-se o retrato de quem acorda cedo e pega ônibus lotado por um salário mínimo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envi
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Carteira de trabalho digital — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Para milhões de brasileiros, ter um emprego com carteira assinada significava contar com férias remuneradas, 13º salário, licença médica, aposentadoria e uma rede de proteção construída ao longo de décadas. Era um símbolo de estabilidade e segurança.
Hoje, há quem veja esse modelo de outra forma. Como mostrou o g1 , ter um emprego com carteira assinada virou sinônimo de perrengue para muitos jovens . Para eles, tornou-se o retrato de quem acorda cedo e pega ônibus lotado por um salário mínimo.

🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Esse contraste também aparece, agora, nos programas de governo, nas declarações públicas e nas propostas dos candidatos à Presidência da República.
Enquanto alguns defendem a preservação e o fortalecimento da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), marco das relações trabalhistas brasileiras desde 1943, outros propõem criar regimes alternativos de contratação , ampliar a liberdade de negociação entre empresas e trabalhadores ou até substituir o modelo atual.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/10/03/qual-o-futuro-da-clt.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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