Projeto de terras raras comprado em MG está em licenciamento e tem parte da produção negociada com empresa sul-coreana
Cidade mineira que abriga rejeitos radioativos de mineração terá mina de terras raras O projeto de exploração de terras raras Caldeira, negociado entre as empresas australianas Meteoric Resources e Lynas Rare Earths por R$ 3,5 bilhões, ainda está em fase de licenciamento, tem parte da sua produção futura negociada com uma empresa sul-coreana e está ao lado de uma antiga mina de urânio. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Área de extração de terras raras na região da caldeira vulcânica de Poços de Caldas Divulgação / Meteoric Resources As Meteoric e a Lynas anunciaram a transação n
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/P/A/88jhWBS0m36uz1AXaMAw/carbonato-terras-raras.jpg)
Após alerta do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sobre a necessidade de mais estudos sobre os impactos da mineração de terras raras na região, o subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU), Lucas Rocha Furtado, solicitou, em setembro deste ano, que a corte autue um processo de fiscalização e realize uma auditoria operacional sobre a exploração de terras raras no Planalto de Poços de Caldas, que engloba os projetos Caldeira, da Meteoric, e o ColosProjeto de terras raras comprado por R$ 3,5 bi está em licenciamento e tem 30% da produção negociados com empresa sul-coreanasus, da mineradora Viridis.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2026/10/01/projeto-caldeira-sul-de-minas.ghtml.
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