Projeto de créditos de carbono evita desmatamento e protege onças, tamanduás e outros animais da Amazônia
Em vez de soja, floresta: área é preservada com projeto de créditos de carbono em Roraima Onça-pintada, tamanduá-bandeira com o filhote nas costas e antas estão entre os animais flagrados por câmeras em uma área de 14 mil hectares, em Caracaraí, ao Sul de Roraima. A propriedade poderia ter sido desmatada para dar lugar ao agronegócio, mas o dono decidiu manter a floresta em pé e aderiu a um projeto de conservação que transforma a preservação em fonte de renda por meio da venda de créditos de carbono. Na área, equivalente a cerca de 20 mil campos de futebol, nove câmeras foram espalhadas pela p
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"Quando a gente consegue fazer um produtor que tem o direito legal de desmatar, que estava no caminho de desmatar, mudar de rota, a gente acaba evitando uma emissão que iria para a atmosfera. A cada tonelada de carbono que a gente evita emitir, que é o carbono armazenado nas árvores, a gente tem o direito de emitir um crédito de carbono. Esse crédito serve para compensar as emissões de grandes empresas que têm compromissos de, de alguma forma, compensar o carbono que geram e que contribui para o aquecimento global", explica Carlos Jacob, diretor executivo da ZEG.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2026/09/07/projeto-de-creditos-de-carbono-evita-desmatamento-e-protege-oncas-tamanduas-e-outros-animais-da-amazonia.ghtml.
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