Profissão olheiro: como é a vida dos scouts brasileiros em busca de joias para clubes do exterior
Como é a vida de um scout brasileiro trabalhando em clubes estrangeiros Existe um mercado no futebol brasileiro que está em franca expansão, mas pouca gente sabe disso. As vagas não costumam ser anunciadas em sites de emprego, os profissionais são discretos, evitam entrevistas e redes sociais. O sigilo é parte fundamental do trabalho de um scout. Antes chamados de olheiros, hoje eles produzem relatórios que vão muito além do que o olho pode ver. E são cada vez mais requisitados por clubes do exterior. Com as transferências de jogadores movimentando cifras astronômicas e jovens sendo negociados
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– A informação boa é local. Hoje qualquer clube do mundo tem acesso à mesma base de dados e ao mesmo vídeo dos jogadores. Isso virou commodity. O que diferencia é o que o dado não mostra. Em que condições aquele desempenho aconteceu? Como o jogador se comporta quando o jogo já está perdido? Qual o entorno dele, a situação contratual, o clube vende ou não vende? Isso exige alguém aqui que vá ao jogo, que conheça as pessoas e que entenda a cultura do futebol sul-americano, inclusive as suas particularidades de calendário e de negociação – explica Fred Fortes, que comanda a área de scouting do Norwich, da Inglaterra, na América do Sul.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/futebol/noticia/2026/09/07/profissao-olheiro-como-e-a-vida-dos-scouts-brasileiros-em-busca-de-joias-para-clubes-do-exterior.ghtml.
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