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    Produtor que gravou a estreia da Legião Urbana lamenta: 'joguei no lixo um pedaço da história do rock brasileiro'

    José Roberto (sentado de camiseta branca) em frente ao gravador Akai no qual gravou o show Divulgação Estamos em 2026. Hoje em dia, em qualquer show, em qualquer cidade do Brasil e do mundo, temos milhares, milhões de registros em arquivos de áudio, fotos, vídeos, exibidos e publicados em dezenas de plataformas. Mas em 1982, um dos modos de registrar uma apresentação ao vivo era em um rolo de fita, muito cara na época. Neste domingo (11) em que completam-se 30 anos da morte de Renato Russo, líder da Legião Urbana, o g1 entrevista um dos responsáveis pelo primeiro show em que a Legião Urbana se

    G1
    11 de outubro de 2026 às 11:00
    Produtor que gravou a estreia da Legião Urbana lamenta: 'joguei no lixo um pedaço da história do rock brasileiro'
    Foto: G1

    José Roberto (sentado de camiseta branca) em frente ao gravador Akai no qual gravou o show — Foto: Divulgação

    Estamos em 2026. Hoje em dia, em qualquer show, em qualquer cidade do Brasil e do mundo, temos milhares, milhões de registros em arquivos de áudio, fotos, vídeos, exibidos e publicados em dezenas de plataformas. Mas em 1982, um dos modos de registrar uma apresentação ao vivo era em um rolo de fita, muito cara na época.

    Neste domingo (11) em que completam-se 30 anos da morte de Renato Russo, líder da Legião Urbana, o g1 entrevista um dos responsáveis pelo primeiro show em que a Legião Urbana se apresentou com este nome, que aconteceu em 5 de setembro de 1982, em Patos de Minas , no Triângulo Mineiro. O único registro em áudio era de José Roberto Cardoso, e ele jogou fora.

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    "Eu, sem a menor ideia do que estava fazendo, joguei no lixo um pedaço da história do rock brasileiro", lamenta José Roberto.

    Ele participou diretamente dos bastidores do festival, que foi realizado em Patos de Minas. Carlos Alberto Xaulim, produtor do Rock no Parque, levou de Paracatu os equipamentos de som de palco. O sistema de som destinado ao público era dividido: metade dos equipamentos pertencia à empresa de José Roberto, a Improviso Som, e a outra metade era do próprio Xaulim. A iluminação ficou por conta da Centro de Teatro ( CET) da cidade.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2026/10/11/produtor-que-gravou-a-estreia-da-legiao-urbana-lamenta-joguei-no-lixo-um-pedaco-da-historia-do-rock-brasileiro.ghtml.

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