Prerrogativas diz que Messias não poderá levar AGU para pauta criminal
Marco Aurélio Carvalho afirma que menção ao advogado-geral da União em relatório da PF tem equívocos

Marco Aurélio Carvalho afirma que menção ao advogado-geral da União em relatório da PF tem equívocos
O coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio Carvalho , afirmou, nesta 6ª feira (4.set.2026), que o relatório da Polícia Federal que aponta possível relação de proximidade do ministro Jorge Messias com o relator do inquérito do Banco Master no Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, tem equívocos.
O documento citado por Alexandre de Moraes para pedir uma investigação contra Mendonça diz que a Advocacia Geral da União “optou por não interpor recursos” diante de possíveis direcionamentos da investigação pelo relator do caso Master.

Carvalho defendeu a atuação de Messias e afirmou que a AGU não tem atribuição penal para atuar em casos relacionados com a PF. O coordenador do grupo de operadores do Direito ligado à esquerda pondera que Messias tem sido alvo de ataques e que sua interlocução com o ministro André Mendonça é íntegra.
Nesta 6ª feira (4.set), a AGU publicou uma nota esclarecendo a atuação de Messias no caso. O comunicado diz que o advogado-geral da União buscou atuar na interlocução entre Mendonça e Edson Fachin.
“Por dever legal e compromisso institucional, a AGU continuará buscando, com responsabilidade e sem precipitações casuísticas, soluções pacíficas e dialogadas para eventuais conflitos, contribuindo, dentro de suas atribuições constitucionais e legais, para a preservação da harmonia entre os Poderes da República” , diz a íntegra da nota (PDF – 43 kB).
Publicado originalmente por Poder360. Leia a matéria completa em https://www.poder360.com.br/poder-justica/prerrogativas-diz-que-messias-nao-podera-levar-agu-para-pauta-criminal/.

Na imagem, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Grupo Prerrogativas — Foto: Poder360
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