Prefeitura do Rio proíbe 5 empresas de usar heliponto da Lagoa
Prefeitura do Rio e ANAC anunciam medidas sobre voos panorâmicos Henrique Coelho/g1 Rio O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Tiago Chagas Faierstein, anunciaram nesta terça-feira (18) medidas para a utilização do heliponto da Lagoa, que é de responsabilidade da prefeitura. Cinco empresas estão impedidas de utilizar o local. São elas: Be Faster Serviços Aéreos Bal Harbour (Ból Há Bar) Holding Patrimonial Limitada Nobre Turismo Aéreo Limitada Infinity Serviços Aéreos Limitada E voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos, empr
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Prefeitura do Rio e ANAC anunciam medidas sobre voos panorâmicos — Foto: Henrique Coelho/g1 Rio
O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Tiago Chagas Faierstein, anunciaram nesta terça-feira (18) medidas para a utilização do heliponto da Lagoa, que é de responsabilidade da prefeitura.
Cinco empresas estão impedidas de utilizar o local. São elas:

Be Faster Serviços Aéreos Bal Harbour (Ból Há Bar) Holding Patrimonial Limitada Nobre Turismo Aéreo Limitada Infinity Serviços Aéreos Limitada E voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos, empresa responsável pelo helicóptero que caiu no dia 8 de agosto, num acidente que matou 4 pessoas.
Segundo a prefeitura, essas empresas tinham um termo de compromisso da prefeitura que permitia o pouso no heliponto, mas não autorizava as empresas para fazer voos panorâmicos.
Portanto, apenas a empresa Helisul continua podendo atuar com voos panorâmicos no heliponto da Lagoa.
Thiago Chagas Faierstein informou que 12 empresas estão autorizadas a realizar voos panorâmicos, e 46 aeronaves aptas para realizar essas atividades.
O prefeito Eduardo Cavaliere alertou que os próprios usuários podem checar se a empresa contratada tem autorização para fazer voos panorâmicos.
“Além das empresas autorizadas, a gente tem empresas que não estão autorizadas tentando fazer voos ilegais a partir de algum hangar ou algum heliponto que não têm autorização para usar. Doze não são 200, não são 500 empresas”, disse Cavaliere.
De 9 empresas fiscalizadas, 4 foram suspensas, segundo o diretor da Anac. — Foto: Henrique Coelho/g1 Rio
Segundo o diretor da ANAC, de 9 empresas fiscalizadas, 4 foram suspensas. E entre as 18 aeronaves fiscalizadas, 9 foram suspensas.
“Esse é um número preocupante e altíssimo. Essas ações serão frequentes até que todas as empresas sejam fiscalizadas”, revelou Thiago Chagas.
Thiago disse ainda que vai fiscalizar todas as empresas de táxi aéreo e também as empresas de manutenção:
“Para garantir que voar de helicóptero no Rio de Janeiro e no Brasil será seguro.”
Recentemente, o Ministério Público Federal pediu que voos panorâmicos se limitassem a um corredor aéreo sobre o mar, que já existe entre a Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste, e o Arpoador, na Zona Sul.
No dia 8 de agosto, aeronave caiu em uma área de mata na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, matando quatro pessoas . Ao longo desse ano, 13 pessoas morreram em acidentes com helicópteros no Rio.
Em junho, um desses acidentes causou a morte de seis pessoas, após dois helicópteros se chocarem no ar no Recreio dos Bandeirantes.
Fogo em pátio no Recreio — Foto: Reprodução
Destroços do helicóptero que caiu perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio — Foto: Divulgação
Em janeiro, um acidente terminou com 3 mortes, em Guaratiba, na Zona Oeste.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/08/18/prefeitura-heliponto-lagoa.ghtml.

MPF pede que voos panorâmicos de helicóptero no Rio se limitem a corredor aéreo sobre o mar — Foto: G1
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