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    Preço dos grãos recuam em meio notícias sobre guerra no Mar Negro

    Contratos futuros na Bolsa de Chicago caem após esforços por paz na guerra entre Rússia e Ucrânia, afastando preços de máximas recentes

    CNN Brasil
    10 de setembro de 2026 às 09:30
    Preço dos grãos recuam em meio notícias sobre guerra no Mar Negro
    Foto: CNN Brasil

    Os contratos futuros do trigo negociados em ​Chicago caíram nesta quarta-feira (09), à medida ​que o mercado avaliava os esforços diplomáticos para pôr fim à guerra da Rússia contra a Ucrânia, diante das contínuas interrupções nas exportações do Mar Negro.

    A realização de lucros, após uma alta constante nos preços, também pesou, segundo analistas.

    O milho e a soja ⁠registraram queda, com as ​atenções voltadas para as previsões do Departamento de Agricultura ​dos EUA, que serão divulgadas nesta sexta-feira, e que servirão ⁠como indicador dos danos causados pelas ⁠condições climáticas às safras do Meio-Oeste.

    O agricultor Karoly Kovacs examina os grãos de milho dentro de seu silo em Hajduszoboszlo • 26 de agosto de 2026REUTERS/Bernadett Szabo · • 26 de agosto de 2026REUTERS/Bernadett Szabo
    O agricultor Karoly Kovacs examina os grãos de milho dentro de seu silo em Hajduszoboszlo • 26 de agosto de 2026REUTERS/Bernadett Szabo · • 26 de agosto de 2026REUTERS/Bernadett Szabo — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    O contrato de ​trigo ‌mais negociado na bolsa de Chicago (CBOT) fechou com queda de ⁠18,25 centavos, a US$7,2875 por bushel, mantendo-se abaixo da máxima de três anos e meio, de US$7,95, atingida na semana passada.

    Os preços do ‌trigo ⁠subiram no início ‌do dia, quando notícias de um ataque ucraniano ao porto russo de Novorossiysk voltaram a colocar em foco as interrupções causadas ⁠pela guerra no comércio do ⁠Mar Negro.

    A Ucrânia atacou alvos em Novorossiysk, incluindo uma base naval e um terminal ‌de carregamento de petróleo, disse o presidente Volodymyr Zelenskiy.

    Trigo dispara em Chicago com temor de escalada da guerra no Mar Negro
    Trigo dispara em Chicago com temor de escalada da guerra no Mar Negro — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    Os operadores citaram rumores não confirmados de que a infraestrutura de grãos no porto também teria sido danificada.

    No entanto, comentários do Kremlin afirmando ‌que a Rússia espera que as negociações mediadas pelos EUA sejam retomadas em breve e que considera Abu Dhabi o ⁠local preferencial para tais negociações voltaram a colocar o foco nos esforços diplomáticos.

    O milho caiu 5,75 centavos , para US$5,2775 o bushel, ​enquanto a soja recuou 6,75 centavos, para US$13,095 o bushel.

    Trigo sobe mais de 2% com tensão no Mar Negro e risco para exportações
    Trigo sobe mais de 2% com tensão no Mar Negro e risco para exportações — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    Tanto o ​milho quanto a soja atingiram suas maiores cotações em cerca de três anos na semana passada, impulsionados por preocupações com a produtividade nos EUA e pelas interrupções ‌no Mar Negro.

    Milho sobe quase 2% em Chicago com tensão no Mar Negro e estoques menores
    Milho sobe quase 2% em Chicago com tensão no Mar Negro e estoques menores — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Trigo sobe mais de 2% com tensão no Mar Negro e risco para exportações
    Trigo sobe mais de 2% com tensão no Mar Negro e risco para exportações — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Milho sobe quase 2% em Chicago com tensão no Mar Negro e estoques menores
    Milho sobe quase 2% em Chicago com tensão no Mar Negro e estoques menores — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Trigo dispara em Chicago com temor de escalada da guerra no Mar Negro
    Trigo dispara em Chicago com temor de escalada da guerra no Mar Negro — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/agro/trigo-recua-em-meio/.

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    O agricultor Karoly Kovacs examina os grãos de milho dentro de seu silo em Hajduszoboszlo • 26 de agosto de 2026REUTERS/Bernadett Szabo · • 26 de agosto de 2026REUTERS/Bernadett Szabo — Foto: CNN Brasil

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