Por que o Brasil ainda não sabe quantos entregadores se acidentam no trabalho?
Acidente fez Silvio Pinheiro abandonar temporariamente as entregas Vitor Serrano/BBC Após um acidente, o entregador Silvio Luiz Pinheiro pensou em desistir da profissão. Quando entrou na central para devolver uma bicicleta alugada, ele ainda estava machucado. O ombro doía, o braço quase não acompanhava os movimentos. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Pouco antes, na Avenida Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo, o freio dianteiro da bicicleta elétrica havia travado de repente. Ele precisou desviar de pedestres que estavam no meio da ciclovia. Com areia perto da pista, a bicicl
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/P/d/OKxdIKTmArDB8fM5Vz2w/mg-7398-2.jpg)
Acidente fez Silvio Pinheiro abandonar temporariamente as entregas — Foto: Vitor Serrano/BBC
Após um acidente, o entregador Silvio Luiz Pinheiro pensou em desistir da profissão.
Quando entrou na central para devolver uma bicicleta alugada, ele ainda estava machucado. O ombro doía, o braço quase não acompanhava os movimentos.

🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Pouco antes, na Avenida Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo, o freio dianteiro da bicicleta elétrica havia travado de repente. Ele precisou desviar de pedestres que estavam no meio da ciclovia. Com areia perto da pista, a bicicleta perdeu a estabilidade, e ele caiu.
"Para não machucar o rosto, eu coloquei o braço esquerdo na frente, um reflexo natural que a gente tem", conta.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/08/30/por-que-o-brasil-ainda-nao-sabe-quantos-entregadores-se-acidentam-no-trabalho.ghtml.

Entregadores e motoristas de aplicativo permanecem fora da previdência — Foto: G1
Compartilhe
Espalhe essa notícia

