Por que Maria, mãe de Jesus, é tratada de forma diferente por católicos e evangélicos
Devoção a Maria, mãe de Jesus, atravessa séculos de história, reunindo fé e esperança Com direito a fake news e gatilhos que evocam grupos religiosos conservadores, a reta final do primeiro turno da campanha para a eleição presidencial trouxe para o centro do debate uma figura religiosa que estaria física e biologicamente ligada ao nascimento do próprio cristianismo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Trata-se de Maria, aquela mulher que é apresentada pela Bíblia e consolidada pelas tradições cristãs como a mãe humana de Jesus, homem considerado filho de Deus pelos cri
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/G/1/Z8bbhvQFCDSQeUBEt7bg/papa-fatima.jpg)
Professor na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), onde coordena o Laboratório de Análise do Discurso e da Argumentação Religiosa, e autor do livro O Veneno da Língua , o linguista e palestrante evangélico Lucas Nascimento diz acreditar que, embora a gênese da divergência esteja na própria reforma protestante, a "rejeição a Maria" veio do reforço do catolicismo em ver nela uma intercessora.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/09/30/por-que-maria-mae-de-jesus-e-tratada-de-forma-diferente-por-catolicos-e-evangelicos.ghtml.
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